O Império
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O império - As teias que o Império teceu
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No dia seguinte, na presença de toda a comitiva, o Governador entregou, ao ex-Rei do Congo, a condecoração que, o Rei de Portugal lhe tinha atribuído, pela felicidade, que demonstrava ao ver o seu Reino integrado no Reino de Portugal
O ex-Governador, que já tinha ficado entusiasmado com a visita de tão ilustre comitiva, depois de ter recebido a condecoração do Rei de Portugal, não conteve tanta emoção, tendo–se mostrado tão contente, que ficou florido de felicidade, não esperava que, a integração do seu reino, no Reino de Portugal e o acordo de paz, tivessem provocado tamanho reconhecimento
Todos estavam felizes, a missão estava cumprida, Angola estava pacificada, e era isso que o Xavier iria transmitir ao Rei. Tudo se conjugava para que a Colónia se tornasse mais próspera e rica, o que muito agradaria ao Monarca Português
Com alguns dias fora de casa, estavam ansiosos para voltarem a Luanda. O Asdrubal e a Francisca despediram-se dos familiares, dizendo-lhes que em breve esperavam casar-se, logo que a casa estivesse pronta e fizessem as primeiras colheitas, que estavam por poucos dias
De regresso a Luanda, o Zico marcou a assembleia geral da Cooperativa, que queria mostrar ao novo Governador como funcionava e o poder que tinha
A Francisca e o Asdrubal davam os últimos retoques à sua casa, pareciam dois passarinhos a construírem o ninho, quando o namorado tinha de ir para as lavras, era o pai que a ajudava ou substituía na Cooperativa, fazendo o seu trabalho
Para o Manuel, o casamento da Francisca, era a última etapa do seu compromisso com a esposa, que faleceu devido aos trabalhos de parto, aquando do nascimento da sua sexta filha, garantindo-lhe que tudo faria, para criar as filhas, o que fez com que não tenha voltado a casar
Há muito que esperava pelo momento, que estava preste a acontecer: o casamento da sua Francisca, para que estivesse cumprida a sua promessa. O que mais lhe custava era não ter a seu lado a sua companheira, fazendo com que os dias dos casamentos das filhas não fossem, para ele, completamente felizes
Quando olhava para trás, sentia-se orgulhoso por ter conseguido criar as seis filhas, com a ajuda das empregadas, aquém, tanto ele como elas estavam muito grato e gratas, consideradas como se fizessem parte da família
A Francisca já tinha convidado a empregada, que tinha cuidado dela desde o seu nascimento, para sua madrinha de casamento.
Continua
Parabéns, José. Saúde e paz.
ResponderExcluirMuito obrigado, pela visita.
ExcluirSaúde e alegria, Francisco.
boa tarde, querido amigo
ResponderExcluirdesculpa o silêncio ontem, ficámos sem internet cá em casa.. mas já está resolvido.
este capítulo é uma caixinha de ovos moles de tanta alegria. gostei muito. quando tornas a história numa ternura enorme fico muito feliz. com tudo o que vai pelo nosso país e no mundo, a fantasia cura pois é dada com o coração. obrigada querido José
Boa noite, querida amiga.
ExcluirTambém fico muito feliz, por saber que esta fantasia te agrada e ajuda a suportar as agruras deste mundo em grande convolução.
Vamos ter um fim-de-semana de sol. Tudo de bom, amiga Ana.
Alegria à solta, faz toda a gente feliz.
ResponderExcluirEsta é uma comunidade muito feliz.
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