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Mostrando postagens de março, 2017

Ora, bolas!

Ora, bolas!   Como tudo está mudado! A violência futebolística, já tem honras de estado As claques têm imunidade Podem praticar toda a barbaridade Desporto, já não existe! Só o dinheiro persiste Os dirigentes são bem o exemplo: Da intolerância, da malvadez e má educação São os donos da Nação A quem os fanáticos beijam a mão Todos os políticos toleram a sua brutalidade Na esperança de amealhar a sua amizade (votos) Já nem a seleção consegue unir a violência autorizada A que pomposamente chamam claques.     José Silva Costa

Horror

Horror   Um dia negro, frio, triste A primavera não apareceu Não quis presenciar as horrendas mortes Cinco vidas ceifadas, na manhã fria Uma ainda no ventre da mãe, vivia Quem viu não vai esquecer, este dia De olhos ensanguentados, matava o que via Nas casas, nas ruas, só a morte se via Foi tão horrendo que até o sol chorou Lutas-te com valentia, tentando defender Quem dentro de ti, pela última vez chorou Mas a tua filha muito vai chorar Por te levarem tão cedo, com tanta brutalidade Uma mãe, na flor da idade!   José Silva Costa

Atentados

Guerras, atentados, corpos despedaçados Pais sem filhos, filhos sem pais Não, não quero ver mais Sejam de onde forem, sejam as cores que forem Europeus, asiáticos, americanos, africanos Somos todos manos, e, não esqueço os ciganos! Somos muito diferentes, e daí! Temos de nos matar uns aos outros? Queremos impor a nossa vontade aos outros Não conseguimos conviver com a diferença Mas, já experimentaram a felicidade de não discriminar ninguém De ajudar seja quem for, de responder, sempre, com amor De defender valores, de condenar horrores, seja em que lugares forem? Porque tanto dói uma morte na europa, na américa, em áfrica, na oceânea ou na ásia O que não parece ser a perceção de todos os que dizem defender o valor da vida A vida é o único valor que temos, nada pode servir de pretexto, para matá-la Está acima de todas as religiões, ambições, visões, opiniões, intrujões Não, não quero ver mais Filhos despedaçados, porque os pais foram assassinados, atropelados, maltratados Pais desespera...

Dia da felicidade

Dia da felicidade   Primavera! Que tempo excitante Com perfume brilhante A apagar um inverno sufocante Sob um céu cintilante Uma melodia que a encante Acorda toda a Natureza Para o seu esplendor e beleza Como se tudo começasse de novo Com as árvores a vestirem-se e a florir As aves a sorrirem de apaixonadas Com cânticos e serenatas Que terminarão num ciclo de renovação Como acontece, todos os anos, por esta ocasião Quando a Primavera nos dá a mão Para nos acolher na sua mansão Banqueteando-nos com as flores da mais bonita estação.   José Silva Costa      

Primavera

Primavera     Primavera! Que tempo fascinante! Que perfume estonteante Na melodia do amante Que a todos encante Para uma vida entusiasmante. A fusão de duas vidas é determinante Para dar origem a um novo sorriso, brilhante Uma nova vida, um percurso fascinante Um privilégio reconfortante: ser pai!   José Silva Costa      

Vendedores de ilusõesGuerra

Os vendedores de ilusões   Passado um século, infelizmente, voltamos a estar confrontados com o regresso à exacerbação dos nacionalismos, com promessas de paraísos na terra e virgens no céu! Como se o fecho de fronteiras, confrontos entre os povos, guerras, intolerâncias, alguma vez, tivesse contribuído, para a felicidade dos povos! Os ditadores servem-se de chavões, para se eternizarem, no poder, dando a entender que são muito democratas, oferecendo referendos, onde tentam conseguir o poder absoluto. “Nova portugalidade, amplas liberdades, política patriótica, soberania, saída do euro”, em fim! Tentam capitalizar os descontentamentos provocados por crises, que as democracias não souberam evitar ou resolver, como tem acontecido, desde 2008, cujos políticos, ainda, não foram capazes de enfrentar quem nos roubou. Pelo contrário, alguns, pedem-nos para não abrirmos a boca, porque os mercados podem-nos castigar, como, nos está a acontecer, cobrando-nos juros muito mais altos! Um bom motivo...

08/03/2017

Dia Internacional da mulher     Mulher, fonte do meu amanhecer Raio de luz ao entardecer Flor a desabrochar num coração Viver no brilho da tua emoção Cantar-te uma canção No calor da tua paixão Nas ondas dos teus seios No teu colo, seguro Não receio o futuro Mãe, esposa Minhas companheiras Nas boas e más canseiras Quero, todos os dias, vos agradecer.   José Silva Costa        

Amanhã

07/03/2017, notícia do dia: “mulher morre em casa penhorada”   Mulher, fonte do meu amanhecer Mulher, quanto tens de saber! Porque és tu, que vais dar à luz O futuro! Vais alimentá-lo, encaminhá-lo Educá-lo, para que não vá contra o muro Sem ti, não há homem maduro Tu és o princípio e a continuação De um sonho que não tem barreiras Nem limites, nem solução Continuarás, pelos séculos fora, com a tua criação Imaginação, motivação, a dar ao Mundo Novos Mundos, porque cada filho teu é um novo Mundo Que, das tuas entranhas, nasceu O Mundo, nunca morreu! Sempre, sempre cresceu Na harmonia e diversidade É uma realidade! Mesmo que, por vezes, dê passos atrás Por muito que, a alguém custe A mulher é que tem a última palavra E, é para lhe agradar, que o homem se excede Porque ela é a sua maior inspiração Nove meses de gestação São a sua justificação Tens o Mundo nas mãos O futuro no olhar Onde gostava de navegar Ir à lua e voltar Para provar, que quando nasce uma criança Com a conjugação do verb...

Mulher

Mulher Essa magia de ser Que faz o Mundo acontecer Que dá vida às vidas! E luz ao amanhecer Embalando o Futuro E o saber. Mulher! Mãe Quanto queria Não te ver morrer! A tua presença Ajuda-me a viver. Mulher! Companheira Na igualdade E na canseira Na harmonia De cada dia Semearemos E colheremos Os frutos De muitos anos Filhos e netos As nossas maiores Alegrias. José Silva Costa                        

Flores

Flores   Todos os dias podemos e devemos saborear o perfume das flores Não há data determinada, para o fazermos Dar a quem quisermos, um ramo de flores Devemos fazê-lo, sempre, que o coração o entender É um dos gestos mais enternecedores Para mostrarmos a quem damos valores Não devem ser dadas, só em dias inesquecíveis: Aniversários, dia da mãe, da mulher, dos namorados, data do casamento Mas, quando o coração o entender Porque tem outro sabor Surpreender, tem outro valor Todos os dias merecem o nosso amor!   José Silva Costa