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Mostrando postagens de fevereiro, 2015

Passos e a maioria

Passos, depois de os jornais o denunciarem, foi a correr pagar a Segurança Social! Já tinha prescrito à muito! Pois, o sr. político esqueceu-se de pagar entre 1999 e 2004. A comunicação social diz que a dívida atingiria sete mil euros, mas, por ter pago a tempo e horas, terá pago, apenas, três mil ! Isto mostra bem a craveira dos nossos Governantes!

O futebol

Tudo para o futebol! Foram os terrenos Municipais, depois os estádios do Euro 2004, que estamos a pagar, com língua de palmo, mesmo que alguns estejam abandonados. Agora, chegou a vez das taxas. Neste País, o futebol é que manda !

Morrer no cumprimento do dever!

Ceifados na flor da vida, no cumprimento da sua missão, zelando pelos seus concidadãos. Famílias destroçadas, num segundo, tudo acabado. Quanta tristeza! Causada por os que não respeitam os seus semelhantes. Todos nos devemos penitenciar e perguntar o que poderemos e devemos fazer, para te mortes assim, não aconteçam mais!

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Portugal em 2015 Um País destroçado Como folha de papel amarrotado Num fado embrulhado Com o futuro adiado Com o político desacreditado Tudo está parado. Com o hospital fechado! Morre-se, à porta, na maca do bombeiro, empenhado. O corrupto é aclamado! Numa justiça com cadeado O professor não é admirado! O aluno está desinteressado Este País está encerrado À espera do milagre desejado Como em muito século passado Sem dar atenção ao braço esforçado Que aproveitado, poderia ser um achado Enquanto o milagreiro não for encontrado. José Silva Costa

Portugal em 2015

Um País destroçado/ como folha de papel amarrotado/ num fado embrulhado!/ com o futuro adiado./ Com o político desacreditado/ tudo está parado/ Com o Hospital fechado!/ Morre-se à porta, na maca do bombeiro empenhado./ O corrupto é aclamado! Numa justiça com cadeado./ O professor não é admirado!/ o aluno está desinteressado/ Este País está encerrado/ á espera do milagre desejado/ como em muito século passado/ sem dar atenção ao braço esforçado/ que aproveitado, poderia ser um achado/ enquanto o milagreiro não for encontrado!

O Pecado

Quem pecou contra a dignidade dos portugueses? A troika , o Governo português e o Governo alemão. Quem o diz é Juncker, Presidente da Comissão Europeia. Mas o Governo de Passos pecou muito mais, porque sempre se orgulhou de ir além da trioka. As medalhas recebidas, pela ministra das finanças, da mão do seu homologo alemão, ainda nos entristece mais, porque foi, mais uma vez, prestar vassalagem ao seu homologo! Como se o pecado não tivesse causado muitos sofrimentos, que ainda durarão muito, porque este Governo destruiu tudo: O Serviço Nacional de Saúde, a justiça e a educação, cujo retrocesso pode levar muitos anos a recuperar, uma vez que a investigação é indispensável ao nosso desenvolvimento. As eleições gregas, o pecado e o que mais se verá, fizeram estalar o verniz na C.E. acabando com a paz podre, que há muito se respirava na união. As próximas horas são de cortar a respiração!

Ano de eleições

Foi aprovada a lei para combater o enriquecimento ilícito, por unanimidade! Foi aprovada a lei, que permite aos Partidos gastar o dinheiro das comissões, nas campanhas eleitorais ( almoçaradas e jantaradas) por unanimidade! Só se entendem para o seguinte: na primeira, tapar os olhos aos eleitores, na segunda, para torrarem o dinheiro como bem lhes apetecer, mas nunca para esclarecer! Até por que nessas chamadas sessões de esclarecimento ninguém pode questionar nem discordar! Qual a razão da mudança do Tribunal de Contas para o Tribunal Constitucional, para fiscalizar os gastos dos Partidos? Criar mais cargos públicos para combater o desemprego é o pior que nos pode acontecer, já basta que o tenham feito durante estes quarenta anos. Promessas, só promessas, nada para cumprir!

Ouçam os Gregos

Senhores políticos, ouçam os gregos e os demais/ não se fiquem pelos vossos pedestais/ porque os problemas são graves e reais/ acabem com os paraísos fiscais/ porque há pobres a mais/ todos temos de estar muito atentos/ porque os extremos não gostam de parlamentos/ sob as bandeiras dos nacionalismos procuram o isolamento/ para que a corrupção não perca o andamento/ e tanto lhes faz, que continue o empobrecimento/ Agora, todos os Partidos estão muito preocupados, com o ilícito, enriquecimento/ em ano de eleições aparece sempre este momento/ depois das eleições, da contagem dos votos e do seu apuramento/ continua o mesmo descaramento / os ricos, cada vez mais ricos, e os pobres sempre em aumento.

Um longo e feliz namoro

Os cinquenta anos, que já passamos lado a lado, evaporaram-se , como fogo ateado. Os filhos e os netos são resultado.

O desespero que mata

A negra e tórrida África Por ódios e guerras, atravessada Em chamas e raptos, lançada Ninguém consegue viver sem pão e esperança Com a vida, sempre, na ponta da lança Todo o Continente foge e avança Em direção ao condomínio fechado Que está em perigo, mesmo estando, por água, guardado E em Mellila, colónia espanhola, por arame farpado É mais que tempo de fazer qualquer coisa, com agrado Já chega de assistir a tantas mortes e olhar para o lado Como se as vidas dos outros não tivessem o mesmo valor Das dos que vivem no Continente desejado! Oxalá a Primavera Árabe traga sementes de progresso, igualdade, fraternidade Que podem levar muitos anos a germinar Mas, quando há uma mudança Quase sempre renasce a esperança. José Silva Costa

Este Mundo não é para velhos

Primeiro foi: " este País não é para velhos" Este conceito foi alargado ao resto do Mundo, a partir de um estudo australiano, em que uns sábios concluíram , que tinham descoberto o tempo que os velhos duram. Assim, se o tempo o não justificar, segundo eles, não vale a pena gastar dinheiro a trata-los, uma vez que o tempo não justifica a despesa. Juntando os dois protocolos ( o de Manchester e o Australiano) colocam-se umas pulseiras e espera-se, se não se aguentarem, com uma cajadada matam-se dois coelhos: poupa-se nos medicamentos e nas pensões.

O direito a saúde

Comissão Parlamentar de Saúde Um silêncio de morte Interrompido por um grito d e quem perdeu a mãe Por gritos de quem está no corredor da morte Porque não há medicamentos para lhes mudar a sorte. Os senhores deputados não podem ser incomodados Os doentes têm de estar calados Os deputados não podem ser perturbados Os doentes podem morrer sem ser tratados Os deputados não podem ser questionados O ministro não pode ser ameaçado O doente tem de estar acamado O ministro comprou o medicamento reclamado O doente continua prostrado Quem é que acredita no Estado? Quem é que não está indignado? O dinheiro foi o pecado O governo é que o não quer, na saúde, esbanjado Nas mordomias e nos popós é que o tem empregado O Povo nunca esteve tão mal representado O governo está gripado, e o País adoentado. José Silva Costa

Parlamento

Comissão Parlamentar de Saúde Um silêncio de morte Interrompido por um grito d e quem perdeu a mãe Por gritos de quem está no corredor da morte Porque não há medicamentos para lhes mudar a sorte. Os senhores deputados não podem ser incomodados Os doentes têm de estar calados Os deputados não podem ser perturbados Os doentes podem morrer sem ser tratados Os deputados não podem ser questionados O ministro não pode ser ameaçado O doente tem de estar acamado O ministro comprou o medicamento reclamado O doente continua prostrado Quem é que acredita no Estado? Quem é que não está indignado? O dinheiro foi o pecado O governo é que o não quer, na saúde, esbanjado Nas mordomias e nos popós é que o tem empregado O Povo nunca esteve tão mal representado O governo está gripado, e o País adoentado. José Silva Costa

As execuções fiscais não se aplicam aos Partidos?

Com o nosso voto ajudámos a criar Partidos, que se tornaram em máfias, que não pagam as dividas, que estão sempre, todos, de acordo para aumentarem as suas subvenções. Nas suas sessões, que deveriam ser de esclarecimento, transformadas em almoçaradas e jantaradas, onde as suas claques só nos autorizam bater palmas, nunca questionar ou discordar! Nós é que somos os culpados, porque aceitamos participar nessas reuniões, nessas condições, a troco de um rebuçado, como se fossemos animais amestrados. Os eleitos, por se julgarem acima dos comuns mortais, é que nos prometem o céu e o paraíso, mas mal lhes damos o poder, mudam completamente, com desculpas esfarrapadas dão uma volta de cento e oitenta graus e desatam a fazer tudo ao contrário: despedir, ajustar, cortar ordenados e pensões, em suma, matar empregos, espectativas, vidas. Acusam-nos de vivermos acima das nossas possibilidades, e eles não? Ainda bem que os gregos tiveram a coragem de votar, para ver se outros se erguem e deixam a po...

As execuções fiscais não são para todos!

Execução de dívidas Com o nosso voto ajudámos a criar Partidos, que se tornaram em máfias, que não pagam as dividas, que estão sempre, todos, de acordo para aumentarem as suas subvenções. Nas suas sessões, que deveriam ser de esclarecimento, transformadas em almoçaradas e jantaradas, onde as suas claques só nos autorizam bater palmas, nunca questionar ou discordar! Nós é que somos os culpados, porque aceitamos participar nessas reuniões, nessas condições, a troco de um rebuçado, como se fossemos animais amestrados. Os eleitos, por se julgarem acima dos comuns mortais, é que nos prometem o céu e o paraíso, mas mal lhes damos o poder, mudam completamente, com desculpas esfarrapadas, dão uma volta de cento e oitenta graus e desatam a fazer tudo ao contrário: despedir, ajustar, cortar ordenados e pensões, em suma, matar empregos, espectativas, vidas. Acusam-nos de vivermos acima das nossas possibilidades, e eles não? Ainda bem que os gregos tiveram a coragem de votar, para ver se outros se...

Natalidade

Natalidade Sem ela, como assegurar a continuação da espécie? Num País, com tão poucos nascimentos, ainda há quem, aproveitando-se da precaridade, obrigue as mulheres a assinarem declarações, sem qualquer efeito jurídico, comprometendo-se a não engravidarem, que grande absurdo! Os governantes, ao mesmo tempo que cortam os apoios à família, nomeiam comissões para proporem medidas para estimular a natalidade. Outros dão uns euros por cada nascimento, como se os casais decidissem ter filhos por uns cobres! Por que razão, não criam berçários públicos, onde os bebés, a partir dos quatro meses, possam ficar, enquanto os pais trabalham? Também deveriam procurar uma solução para as férias de Natal, da Páscoa e verão, períodos, em que à falta de melhor, muitas crianças ficam entregues à internet. As mulheres trabalham fora e dentro de casa, gerem a casa e cuidam dos filhos, e ainda são humilhadas com perseguições absurdas Nestes tempos incertos, em que os jovens não têm perspetivas de vida: arra...