Outubro
Bem-vindo, Outubro Vamos-te receber, mascarados Não fiques magoado Por não podermos sorrir Este vírus está-nos a ferir Bem gostava de te beijar e abraçar Como no ano passado Mas este ano é outro o fado Ninguém pode dizer que está descansado Espero que nos ajudes a chegar ao futuro Deixando, cada dia, para trás, o escuro Até conseguirmos, de novo, abraçar o outro Sair alegre, a cantar, sem medo de o encontrar Poder, de novo, de cara limpa, ver o sol e a lua Cumprimentar a miúda que passa na rua Ver tudo, de novo, sem máscara. José Silva Costa