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Mostrando postagens de julho, 2026

O Império

  O Império     -      As teias que o Império teceu 174 A Leopoldina continuava a acalentar o sonho de um dia ver, em Luanda, um hospital, até lá todos os dias marcava presença no posto médico, para ajudar quem a procurava Sentia que não valorizamos o suficiente a nossa saúde, não nos preocupamos em mantê-la, praticamos barbaridades contra ela, só lhe damos o devido valor se passarmos dias, meses ou anos, presos a uma cama de hospital, para a recuperar Tentar prevenir as doenças deveria ser a nossa maior preocupação, mas em vez disso, tomamos quantidades de fármacos, para tentar lidar com as doenças, sabendo que fazem bem a uma coisa e prejudicam outras A Milay e o Afonso passavam os dias a descobrirem Lisboa, para eles tudo era novidade, todos dias calcorreavam as colinas, na tentativa de reterem tudo o que os seus olhos viam Não lhes passava despercebido o frenesim do negócio das especiarias, que fazia com que o Tejo estivesse engala...

O Império

  O   Império    -     As teias que o Império teceu 173 O Brasil deixou de ser uma colónia em  16 de dezembro de 1815 , quando foi elevado à condição de Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. Essa elevação formalizou a igualdade do Brasil com Portugal e marcou o fim do status colonial.  ( da net) A Milay e Afonso ficaram encantados com a festa, que a Coroa organizou em honra deles, o que fez com que ficassem com uma ideia do seu funcionamento: muito luxo, muita opulência, bailes e muito divertimento   O Rei queria que aqueles jovens conhecessem bem a capital do Império, para isso mandou chamar um dos seus criados, ordenou-lhe que, enquanto aqueles jovens não fossem para Coimbra, todos os dias os levasse a conhecerem um pouco de ...

O Império

  O Império     -     As teias que o Império teceu 171 Finalmente, chegara o tempo das colheitas, um pequeno tempo, em que se podia encher a barriga, a ilusão de fartura, pouco durava, porque era preciso contar com os longos meses, até à próxima colheita Nas cooperativas, tanto em Luanda como em São Salvador do Congo, vivia-se na espectativa do que se colheria, não se sabia o que a terra escondia, o que se apanharia, quantas sementes a safra daria O que vivia do que consegue arrancar da terra, dificilmente conseguiria o que necessitava, a não ser que fosse uma terra muito generosa.   Continua O Império      -       As   teias que o Império teceu 172 As colheitas foram muito boas, tanto a do milho, da batata-doce, como a dos amendoins, a da mandioca é que foi mais fraca Em ambas as cooperativas todos estavam muito contentes, era uma grande felicidade ver aquelas quantidades de al...