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Mostrando postagens de janeiro, 2015

Natalidade

Natalidade Natalidade, sem ela, como assegurar a continuação da espécie? Num País, com tão poucos nascimentos, ainda há quem, aproveitando-se da precaridade, obrigue as mulheres a assinarem declarações, sem qualquer efeito jurídico, comprometendo-se a não engravidarem, que grande absurdo! Os governantes, ao mesmo tempo que cortam os apoios à família, nomeiam comissões para proporem medidas para estimular a natalidade. Outros dão uns euros por cada nascimento, como se os casais decidissem ter filhos por uns cobres! Por que razão, não criam berçários públicos, onde os bebés, a partir dos quatro meses, possam ficar, enquanto os pais trabalham? Também deveriam procurar uma solução para as férias de Natal, da Páscoa e verão, períodos, em que à falta de melhor, muitas crianças ficam entregues à internet. As mulheres trabalham fora e dentro de casa, gerem a casa e cuidam dos filhos, e ainda são humilhadas com perseguições absurdas Nestes tempos incertos, em que os jovens não têm perspetivas d...

Auschwitz

Auschwitz, Polónia Setenta anos depois O mesmo, cortante, frio O mesmo vento vazio As lágrimas em rio Que as chamas engoliu O silêncio sufocante das cinzas Não nos dão sossego Os olhos dos homens mulheres crianças Varam-nos com a incómoda pergunta O que levou a tamanha loucura? O Mundo, como sempre, Continua conturbado Mas, os gritos dos sobreviventes Trespassa-lhe os ossos da mente Procurando mantê-lo acordado Interrogando-o. Incrédulo, responde: “ nunca mais” Mas, os fornos foram reais!

Nov salvação!

Rui Rio apanhou com as duas mãos, a regionalização de António Costa. Não lhes chega os 308 concelhos, as seis mil freguesias? Tudo o que seja para criar mais tachos para os políticos, é sempre bem-vindo. Em vez de regionalização, preferia ordenamento do território! Precisamos de um País mais harmonioso, com menos assimetrias, Os regionalistas querem mais dinheiro para as regiões mais ricas, porque têm mais votos, os mais pobres que se lixem. E, a continuar assim, o interior ficará deserto, enquanto o litoral tornar-se´- à num sítio insuportável. Portanto, é bom que um e outro digam que regionalização é que querem.

Paris

Hoje, em Paris, o Mundo livre gritou ,mais uma vez, igualdade, fraternidade, liberdade, para que amanhã possamos continuar a ter cartoons, jornais, etc.. Porque se nos calássemos, as mulheres poderiam ter de usar burca, não ter autorização para conduzir, nem para irem à escola! Todos nascemos com o instinto de liberdade, por isso, não nos podemos esquecer, que em Portugal, há quarenta anos, as mulheres não podiam exercer determinadas profissões e cargos. Por outro lado, as casadas, se quisessem viajar para o estrangeiro, tinham ter permissão do marido, o mesmo para abrirem uma conta bancária. Tempos houve, em que os maridos lhes podiam violar a correspondência, e que as enfermeiras e hospedeiras não podiam casar! A liberdade é fruto de muitas lutas e mortes. Assim deveremos estar preparados, para dar a vida, se necessário for, por ela.

Je suis Charlie

Só a liberdade é eterna, nenhuma violência a poderá matar|. Não, nós, os livres, nunca nos calaremos, nem nos amedrontaremos com a barbárie dos fanáticos e o seu obscurantismo!

Corrupção

O caldeirão da corrupção está em ebulição, reforçaram-no com varas, mas se elas se partirem, lá se vai a nossa reputação, perderemos a trigésima segunda posição, passaremos para a cauda do pelotão. Enquanto os políticos se banqueteiam com o orçamento, os pobres vasculham o lixo à procura de pão. Os autarcas continuam alegremente a gastar o último tostão na natalícia iluminação, para acenderem a ilusão. O BPN tinha uma óptima gestão, só emprestava com garantias na mão, é por isso que teremos de lhe dar tanto milhão. Portugal tornou-se num pântano sem solução.

Tornou-se banal

Tornou-se banal, morrer nas macas, à porta do hospital O Cavaco e o Governo dizem que voltámos ao paraíso E o Cardeal Patriarca, para ajudar à missa, veio dizer que vencemos a crise, sem nos zangarmos. Não temos médicos nem enfermeiros, mas o que é que isso interessa? Se temos fogo de artifício e pistas de gelo em todas as esquinas! Antigamente é que era com papas e bolos, que enganavam os tolos Não temos dinheiro para medicamentos (hepatite) Mas não nos falta, para torrarmos em: almoçaradas, festas e festarolas É para quem lhe dá circo, que este povo bate palmas!

O balanço Formamos bons técnicos, que nos custam muito dinheiro, para irem para o estrangeiro. Este ano ficámos mais pobres, o que não faliu, vendemos!

Formamos bons técnicos, que nos custam muito dinheiro, para irem para o estrangeiro. Este ano ficámos mais pobres, o que não faliu, vendemos! Um Banco com cento e cinquenta anos foi de férias, em agosto, e não voltou O seu sucessor tem quase duas dezenas de compradores. Quem será o feliz contemplado, a quem o vão doar? Mas o mais extraordinário foi: dias antes, Presidente da República, Governador do Banco de Portugal e Governo insistirem que o Banco tinha almofadas, era seguro, exemplar. Por isso autorizaram um aumento de capital, para os acionistas enganar! Nos telejornais dá muito que falar Mas os juízes ainda vão ter de se pronunciar, porque a originalidade muito nos vai custar! Era inevitável! Tínhamos de ser a cobaia! Ficou-se a saber, que o BES distribuía muitos milhões :Cavaco, Soares e outros figurões receberam muitos milhões. Foram presos, entre muitos outros, um ex-primeiro-ministro, um diretor dos Serviços de Estrangeiros e Fronteiras, o Presidente do Notariado e Registos e ...