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Mostrando postagens de julho, 2016

Hoje, a vida não vale nada

  A Guerra em Directo    A Primavera não trouxe flores A guerra só traz horrores As crianças gemem de dores As guerras são tumores. As bombas nos televisores, As crianças jazem, sem dores. Os hospitais não têm dadores, Os aviões são vampiros voadores. A câmara de filmar ensanguentada, O operador jaze morto, na estrada. A memória para sempre arrepiada Pela imagem, na televisão, passada. A mãe beija a filha, que está magoada A criança, abre os olhos, de assustada É a morte, pelo avião, anunciada, Foi o míssil, disparado, na madrugada. O sangue corre pela estrada Na guerra a vida não vale nada Só, a morte merece ser louvada A guerra é, sempre, uma via perdida Só a paz deveria ser servida.

A solidariedade

      Sanções Acabaram as sanções? Não. Vão continuar as pressões Agora vai tudo de férias É como que um armistício Em setembro voltam os combates São duas palavras: fundos estruturais Para além dos relatórios trimestrais Como se vê, o sossego não volta mais São muitos mil milhões e juros, para pagar O povo à que esganar Retirando-lhe até o ar! Quem os manda ser mãos largas a gastar Quando deviam era poupar Para nos Bancos, o enterrar Porque, eles estão autorizados, a o desbaratar Os contribuintes é que não podem falhar Senão, vão para debaixo da ponte morar.                            

massagem completa..esta nunca tinha visto.

Sanções Acabaram as sanções? Não. Vão continuar as pressões Agora vai tudo de férias É como que um armistício Em setembro voltam os combates São duas palavras: fundos estruturais Para além dos relatórios trimestrais Como se vê, o sossego não volta mais São muitos mil milhões e juros, para pagar O povo à que esganar Retirando-lhe até o ar! Quem os manda ser mãos largas a gastar Quando deviam era poupar Para nos Bancos, o enterrar Porque, eles estão autorizados, a o desbaratar Os contribuintes é que não podem falhar Senão, vão para debaixo da ponte morar.      

A feira das vaidades

Homenagens, mais homenagens   Mas são homenageados porquê? Por terem levado o país, em quarenta anos, várias vezes, à bancarrota? Por terem contribuído, e muito para as desigualdades? Por terem recebido muitos milhões dos Bancos, contribuindo, para a sua falência? Nas tomadas de posse, sempre disseram que iriam trabalhar para os mais necessitados, mas esses foram os mais prejudicados! Quem são os homenageantes? Aqueles que foram os grandes beneficiários, da sua governação. Mas, mesmo assim, ainda há quem lhes bata palmas! Aproveitam para mostrarem os colares que trocaram: as grandes cruzes! Obtidas à custa da fome, desemprego e morte dos governados.         

O dia das homenagens

Homenagens, mais homenagens   Mas são homenageados porquê? Por terem levado o país, em quarenta anos, várias vezes, à bancarrota? Por terem contribuído, e muito para as desigualdades? Por terem recebido muitos milhões dos Bancos, contribuindo, para a sua falência? Nas tomadas de posse, sempre disseram que iriam trabalhar para os mais necessitados, mas esses foram os mais prejudicados! Quem são os homenageantes? Aqueles que foram os grandes beneficiários, da sua governação. Mas, mesmo assim, ainda lhes batem palmas!        

Um país universal

Portugal! Um país universal   Quando a velha Europa, não sei se devido à sua idade, parece amedrontada com o desejo, de muitas pessoas, de muitos países, de que lhes seja concedido abrigo, por fugirem da guerra, da fome, da violência, da intolerância, ou de outro qualquer perigo, é importante que Portugal continue com a sua universalidade. Por toda a Europa constatamos a construção de muros, com diversos materiais, tentando disfarçar ou esconder a vergonha, que constitui a sua construção. O que foi feito da Europa da igualdade, solidariedade, fraternidade? Não há rosas sem espinhos, e quem semeia ventos colhe tempestades. Será este e preço justo que temos de pagar, por termos ajudado a invadir o Iraque, onde partimos o ovo, que simbolizava o equilíbrio possível, sem que sejamos capazes de o consertar? A democracia não se decreta, implanta-se em terrenos propícios à sua germinação, sendo o seu cultivo muito espinhoso. Mesmo com desafios gigantescos, a Europa tem de continuar com a sua f...

Iraque

Bush e companhia Com os seus apaniguados Lançaram o terror na Hungria Não porque para lá tivessem Enviado soldados, algum dia! Apenas, porque se moveram por vingança. Mais de um década depois Quem esperava que em 2015 Nos víssemos, de novo, confrontados Com mais um holocausto: uma peste húngara, um naufrágio mediterrânico! As sementes de ódio e vingança Lançadas à terra, no Iraque, no Afeganistão, Na Síria, na Líbia Levaram anos a germinar. Mas, hoje, todos estamos a colher esses dramáticos frutos. Os muros estão a aumentar As fronteiras da Europa vão fechar Porque a Europa é uma jangada à deriva Sem políticos com visão Para quem a única solução É erguer muros e fechar-se na mansão.     José Silva Costa      

A palavra

Sanções   Esta palavra já fede. Não se fala noutra coisa. Por favor, acabem com esta pressão, isto não é governação. Parece que o futuro do Mundo, da Europa dependem das sanções . Sanções porque cumprem, sanções porque não cumprem, sanções porque não fazem o que a Alemanha quer, sanções porque são do Sul, sanções porque têm sol, sanções porque temos o ordenado mínimo mais baixo, e ainda por cima o querem aumentar! Sanções porque já não somos o bom aluno, sanções porque já não vamos à Alemanha, dizer amem, sanções porque somos periféricos, pequenos, pobres, e não queremos tomar o remédio. Apliquem as sanções, façam-nos comichões, mas acabem, de uma vez por todas, com a incerteza, não brinquem com a pobreza, porque o futuro reserva muita incerteza.    

Sanções, sanções, sanções

Sanções   Esta palavra já fede. Não se fala noutra coisa. Por favor, acabem com esta pressão, isto não é governação. Parece que o futuro do Mundo, da Europa dependem das sanções . Sanções porque cumprem, sanções porque não cumprem, sanções porque não fazem o que a Alemanha quer, sanções porque são do Sul, sanções porque têm sol, sanções porque temos o ordenado mínimo mais baixo, e ainda por cima o querem aumentar! Sanções porque já não somos o bom aluno, sanções porque já não vamos à Alemanha, dizer amem, sanções porque somos periféricos, pequenos, pobres, e não queremos tomar o remédio. Apliquem as sanções, façam-nos comichões, mas acabem, de uma vez por todas, com a incerteza, não brinquem com a pobreza, porque o futuro reserva muita incerteza.    

O Mundo

O Mundo, visto de longe, parece um poema a embeber os olhares. Cabe todo nas nossas mãos, bem como o azul suave da doce tranquilidade. Mas ao abri-las arrepiamo-nos, por vermos como o maquilham, para nos entreter, enquanto utilizam, todo o saber, para o adoecer. Brotam chispas, dos olhos dos homens, As lágrimas rasgam rios nos rostos, Que queimam até a frescura das fontes. Nas paisagens, que antes eram luxuriantes, Agora o medo é todo preto, Os homens abandonam o corpo corrosivo. As almas, envoltas em nuvens de fumo, sobem ao paraíso, Deixam, em terra, mensagens digitalizadas à massa cinzenta globalizada Perguntando à razão, o que leva mentes doentes, a incendiarem as florestas. Num mundo com o sol da cor da fome, Barcos com veias nas velas, sem mares por navegar, não chegam a largar. A terra, com as entranhas a arderem, procura a todo o custo proteger O ventre, onde guarda os grãos de amor, prontos a florir. Há um rumor de vida, parecem humanos, no seu aspecto são índios, sem tecto Qu...

Síria,Afeganistão, Iraque .......

Não posso calar a revolta Que me metralha a memória De dia, de noite, a toda a hora O ecrã da televisão ensanguentado A encharcar-me os olhos Com imagens de corpos a fumegar Como se fossem tições a arder Nas explosões que os despedaçam Que fazem o coração chorar E o corpo estremecer Um poço de sangue a escorrer Do montão de corpos a desfalecer: A vida a morrer. Não, não posso mais ver! O, que no Mundo está a acontecer: As crianças, as mulheres e os homens a arder. Parem, para ver o que estão a fazer. Tanta violência, tanta vingança Que matam qualquer esperança Num sorriso de mudança À imploração Dos olhos espantados de criança A condenarem A atitude dos adultos, na matança Como se a vida Não fosse feita de amor e confiança E os beijos de intolerância Não disparassem Ódios, fermentados nos séculos De opressão Infringida aos mais fracos Pela ânsia de exploração Quando o que se esperaria Era ajuda, carinho e aliança.

O Mundo em guerra

Não posso calar a revolta Que me metralha a memória De dia, de noite, a toda a hora O ecrã da televisão ensanguentado A encharcar-me os olhos Com imagens de corpos a fumegar Como se fossem tições a arder Nas explosões que os despedaçam Que fazem o coração chorar E o corpo estremecer Um poço de sangue a escorrer Do montão de corpos a desfalecer: A vida a morrer. Não, não posso mais ver! O, que no Mundo está a acontecer: As crianças, as mulheres e os homens a arder. Parem, para ver o que estão a fazer. Tanta violência, tanta vingança Que matam qualquer esperança Num sorriso de mudança À imploração Dos olhos espantados de criança A condenarem A atitude dos adultos, na matança Como se a vida Não fosse feita de amor e confiança E os beijos de intolerância Não disparassem Ódios, fermentados nos séculos De opressão Infringida aos mais fracos Pela ânsia de exploração Quando o que se esperaria Era ajuda, carinho e aliança.

Iva a 13%

A descida de impostos é sempre uma boa notícia. Mas os empresários têm de se convencer que os impostos são para pagar e os serviços são para faturar. Os consumidores também são responsáveis por nem todos os impostos, pagos, chegarem aos cofres do Estado. Todos temos de nos convencer que pedir fatura com número de contribuinte é mais que uma forma de os impostos chegarem ao seu destino, é um ato de cidadania, para que todos cumpram com os seus deveres. Os que não cumprem com os seus deveres estão a sobcarregar os que cumprem. Assim, a opinião pública deve ser mais exigente, para com os que se esquecem das suas obrigações. Se todos pagassem os impostos, certamente,  que estes poderiam baixar, para isso todos temos de atuar. Mais descidas de impostos são desejáveis, porque não podemos continuar a trabalhar, só, para, impostos, pagar.     José Silva Costa

Descida de impostos

A descida de impostos é sempre uma boa notícia. Mas os empresários têm de se convencer que os impostos são para pagar e os serviços são para faturar. Os consumidores também são responsáveis por nem todos os impostos, pagos, chegarem aos cofres do Estado. Todos temos de nos convencer que pedir fatura com número de contribuinte é mais que uma forma de os impostos chegarem ao seu destino, é um ato de cidadania, para que todos cumpram os seus deveres. Os que não cumprem com os seus deveres estão a sobcarregar os que cumprem. Assim, a opinião pública deve ser mais exigente, para com os que se esquecem das suas obrigações. Se todos pagassem os impostos, certamente, estes poderiam baixar, para isso todos temos de atuar. Mais descidas de impostos são desejáveis, porque não podemos continuar a trabalhar, só, para, impostos, pagar.     José Silva Costa