O Império

Novas moradas:


https://sociedadeperfeita-cheia.blogspot.com/


https://osdesgovernados.blogspot.com/


 


O império    -     As teias que o Império teceu


153


No dia seguinte, na presença de toda a comitiva, o Governador entregou, ao ex-Rei do Congo, a condecoração que, o Rei de Portugal lhe tinha atribuído, pela felicidade, que demonstrava ao ver o seu Reino integrado no Reino de Portugal


O ex-Governador, que já tinha ficado entusiasmado com a visita de tão ilustre comitiva, depois de ter recebido a condecoração do Rei de Portugal, não conteve tanta emoção, tendo–se mostrado  tão contente, que ficou florido de felicidade, não esperava que, a integração do seu reino, no Reino de Portugal e o acordo de paz, tivessem provocado  tamanho reconhecimento


Todos estavam felizes, a missão estava cumprida, Angola estava pacificada, e era isso que o Xavier iria transmitir ao Rei. Tudo se conjugava para que a Colónia se tornasse mais próspera e rica, o que muito agradaria ao Monarca Português


Com alguns dias fora de casa, estavam ansiosos para voltarem a Luanda. O Asdrubal e a Francisca despediram-se dos familiares, dizendo-lhes que em breve esperavam casar-se, logo que a casa estivesse pronta e fizessem as primeiras colheitas, que estavam por poucos dias


De regresso a Luanda, o Zico marcou a assembleia geral da Cooperativa, que queria mostrar ao novo Governador como funcionava e o poder que tinha


A Francisca e o Asdrubal davam os últimos retoques à sua casa, pareciam dois passarinhos a construírem o ninho, quando o namorado tinha de ir para as lavras, era o pai que a ajudava ou substituía na Cooperativa, fazendo o seu trabalho


Para o Manuel, o casamento da Francisca, era a última etapa do seu compromisso com a esposa, que faleceu devido aos trabalhos de parto, aquando do nascimento da sua sexta filha, garantindo-lhe que tudo faria, para criar as filhas, o que fez com que não tenha voltado a casar


Há muito que esperava pelo momento, que estava preste a acontecer: o casamento da sua Francisca, para que estivesse cumprida a sua promessa. O que mais lhe custava era não ter a seu lado a sua companheira, fazendo com que os dias dos casamentos das filhas não fossem, para ele, completamente felizes


Quando olhava para trás, sentia-se orgulhoso por ter conseguido criar as seis filhas, com a ajuda das empregadas, aquém, tanto ele como elas estavam muito grato e gratas, consideradas como se fizessem parte da família


A Francisca já tinha convidado a empregada, que tinha cuidado dela desde o seu nascimento, para sua madrinha de casamento.


Continua


 


       


 


 


 

Comentários

  1. Respostas
    1. Muito obrigado, pela visita.
      Saúde e alegria, Francisco.

      Excluir
  2. boa tarde, querido amigo
    desculpa o silêncio ontem, ficámos sem internet cá em casa.. mas já está resolvido.
    este capítulo é uma caixinha de ovos moles de tanta alegria. gostei muito. quando tornas a história numa ternura enorme fico muito feliz. com tudo o que vai pelo nosso país e no mundo, a fantasia cura pois é dada com o coração. obrigada querido José

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Boa noite, querida amiga.
      Também fico muito feliz, por saber que esta fantasia te agrada e ajuda a suportar as agruras deste mundo em grande convolução.
      Vamos ter um fim-de-semana de sol. Tudo de bom, amiga Ana.

      Excluir
  3. Alegria à solta, faz toda a gente feliz.

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Lua Cheia

A candeia!