O Império
O Império -
As teias que o Império teceu
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A Leopoldina continuava a acalentar o
sonho de um dia ver, em Luanda, um hospital, até lá todos os dias marcava
presença no posto médico, para ajudar quem a procurava
Sentia que não valorizamos o suficiente
a nossa saúde, não nos preocupamos em mantê-la, praticamos barbaridades contra
ela, só lhe damos o devido valor se passarmos dias, meses ou anos, presos a uma
cama de hospital, para a recuperar
Tentar prevenir as doenças deveria ser a
nossa maior preocupação, mas em vez disso, tomamos quantidades de fármacos,
para tentar lidar com as doenças, sabendo que fazem bem a uma coisa e
prejudicam outras
A Milay e o Afonso passavam os dias a
descobrirem Lisboa, para eles tudo era novidade, todos dias calcorreavam as
colinas, na tentativa de reterem tudo o que os seus olhos viam
Não lhes passava despercebido o frenesim
do negócio das especiarias, que fazia com que o Tejo estivesse engalanado com
barcos de diversos países, com bandeiras de todas as cores
Todo o Império desaguava no Tejo,
através dos navios, que ali chegavam, vindos dos seus diversos pontos, com as
novidades, algumas insólitas, com que cada um pretendia encantar o Rei
Nem sempre as ordens do Rei chegavam a
todo o lado, muitas perdiam-se pelos longos caminhos que tinham de percorrer.
Continua
Bom fim de Semana em toda a harmonia
ResponderExcluire um belo dia pra vocês também José ´,`)
Muito obrigado , João.
ResponderExcluirTambém vos desejo um bom fim-de-semana, com saúde e alegria.
Agora são vários impérios a desaguar em Lisboa, caro Amigo. Menos o da saúde a funcionar como deve ser.
ResponderExcluirUm abraço