O Império

 

O Império    -    As teias que o Império teceu

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Finalmente, chegara o tempo das colheitas, um pequeno tempo, em que se podia encher a barriga, a ilusão de fartura, pouco durava, porque era preciso contar com os longos meses, até à próxima colheita

Nas cooperativas, tanto em Luanda como em São Salvador do Congo, vivia-se na espectativa do que se colheria, não se sabia o que a terra escondia, o que se apanharia, quantas sementes a safra daria

O que vivia do que consegue arrancar da terra, dificilmente conseguiria o que necessitava, a não ser que fosse uma terra muito generosa.

 

Continua

O Império     -      As  teias que o Império teceu

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As colheitas foram muito boas, tanto a do milho, da batata-doce, como a dos amendoins, a da mandioca é que foi mais fraca

Em ambas as cooperativas todos estavam muito contentes, era uma grande felicidade ver aquelas quantidades de alimentos, para, pelo menos, por uns meses afugentar a espada da fome

Fala-se na erradicação da pobreza há séculos, e mesmo com o avanço das tecnologias, que permitem muito maior produção de alimentos, bem como de outros bens de primeira necessidade, a pobreza está longe de ser erradicada

A armada da carreira da Índia, depois de meses de atraso, chegara, finalmente, a Lisboa

Toda a cidade sabia da chegada dela, porque a parte baixa era invadida por um cheiro a especiarias, que mais parecia que estavam em Goa

A Milay e o Afonso foram recebidos pelo Rei, que os incentivou a aprenderem o mais que pudessem, em Coimbra, para que quando voltassem para Angola, contribuíssem para engrandecer a Colónia.

Continua

         

 

 

  

 

 

 

Comentários

  1. olá querido Amigo José, percebo que estás cansado da fantasia e queres comentar a actualidade. porque não dar um salto no tempo e mudar para a vida dos bisnetos? é só uma sugestão. beijinhos e feliz final de semana.

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  2. Olá, querida Amiga, Ana, agradeço a tua sugestão.
    Bom resto de semana.
    Beijinhos

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