A candeia!
A candeia!
Candeia que vai à frente alumia
duas vezes
Nem sempre apanhamos a carruagem na devida altura
Quase sempre corremos atrás do prejuízo
Governar não é só gerir o presente, é também planear,
antecipar
Muito se protestou e barafustou por termos a eletricidade
muito cara
Por termos de subsidiar as energias renováveis, nas quais,
em boa hora, apostámos
Hoje, estamos bem posicionados, para produzirmos energia
limpa, para o nosso consumo
Sem precisarmos de queimar, seja o que for, que por muito
limpo, liberta gases
Sempre fui e serei contra a energia nuclear que, por muito
barata que seja, para além do perigo da radioatividade, não sabemos o que fazer
aos resíduos
Tudo o que é barato sai caro!
Temos de continuar a investir na produção de energia renovável,
uma produção nacional, sem dependermos de importações, nem retaliações
Em 2024, produzimos 71% do nosso consumo de eletricidade,
com origem em fontes de energia renovável
Ainda faltam 30%, temos de investir mais em energia
fotovoltaica e eólica, fontes, em que muitos particulares podem dar uma ajuda,
investindo em painéis fotovoltaicos e aerogeradores
Produzamos, o que é português, é bom.
Não deixar tonto, que nesta crise energética, Portugal seja dos países com os combustíveis mais caros e sem qualquer ação dos seus Governos. O povo paga. Daqui a pouco pagamos para trabalhar.
ResponderExcluirQuando a banca portuguesa é a mais rentável da UE, está tudo dito. Conseguimos produzir eletricidade a um custo muito baixo, sendo que, por vezes, o produtores de energia fotovoltaica têm de pagar, para que os seus equipamentos não sejam desligados.
ResponderExcluirDevíamos reforçar a eletrificação do país, para reduzir a dependência das energias fósseis. Mas, infelizmente, o E-lar veio mostrar que muitos lares não têm potência para a ligação de uma placa, um forno e um termo acumulador elétricos. Em vez de investimentos, pagam dividendos.