O Império

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O Império   -     As teias que o Império teceu


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O Xavier (novo Governador) ficara impressionado com a comitiva, que lhe foi apresentada pelo seu assessor (o Miguel – ex-Governador) que só aceitou o cargo, porque faria tudo, para que Angola progredisse, oriunda da Cooperativa


Depois de ter ficado surpreendido com a aula do Roberto, decidiu ir no dia seguinte visitar a Cooperativa. Foi sozinho, de surpresa, queria saber como funcionava, já tinha sido convidado, pelo Zico, para a visitar quando quisesse


Foi recebido, pela Leopoldina, que foi quem primeiro o viu, e como o Tico não estava, tinha ido às lavras, inteirar-se sobre como estavam as sementeiras, foi ela que fez de cicerone, durante toda a visita


Começou por lhe mostrar o posto médico, onde ela e a Alicia, a sua ajudante de enfermagem, ajudavam a população no que podiam


Disse-lhe, que sonhavam, um dia, terem um hospital, mas até lá, continuariam empenhadas em fazerem tudo o que fosse possível, para aliviarem o sofrimento das pessoas


De seguida, dirigiram-se para a creche, que não era mais que um espaço ao ar livre, onde as crianças brincavam em segurança


O Governador ficou durante algum tempo a observar as suas brincadeiras, depois perguntou à Leopoldina, como é que se tinham lembrado de criar aquele espaço, respondeu-lhe que tinham sido as mães, para não andarem a trabalhar nas lavras, com os filhos atados às costas


Continuaram a visita pelo resto das secções da Cooperativa. O General mostrava-se espantado e admirado com o que via, e ia dizendo à Leopoldina, que nunca imaginara que tivessem uma Cooperativa tão bem organizada


Agradeceu-lhe tê-lo acompanhado e informado sobre a boa obra, que tinham construído, deu-lhe os parabéns, extensivos a todos os que criaram tão valorosa obra  


Antes de se despedir, o Xavier disse-lhe que gostava de assistir a uma assembleia geral, ela respondeu-lhe que ia informar o Zico que, certamente, todos os cooperantes teriam muito gosto em que participasse na assembleia geral.


Continua.


 


 


 


 


 


 


 

Comentários

  1. boa tarde, querido amigo adorava viver num sítio assim! aliás, esqueci o nome da aldeia e da cooperativa!! hoje adorei tudo (para variar ) dois beijinhos (um para cada bochecha, para a outra não ficar coxa) e um domingo optimista

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    1. Boa tarde, querida amiga Ana, não sei como te agradecer as amáveis palavras.
      Desejo-te um bom fim-de-semana e beijinhos para as duas bochechas.

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  2. A história deixa sempre um rasto, graças à escrita. Não sei que página da história estamos hoje a escrever mas creio qeu daqui a muitos anos, não a gostaria de ler.

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    1. Os nossos tempos não têm sido fáceis. Mas, para os que viveram as guerras mundiais,também não foram,cada uns com os seus tempos.

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