O Império
O Império - As teias que o Império teceu
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O Governador e a Zulmira continuavam a contatar várias pessoas, que os pudessem ajudar a cumprir a missão do Miguel. Já tinham falado com quase todos os que eles achavam serem os mais influentes, faltava-lhes falar com os Sobas
Como os Sobas tinham muita influência, a quem as populações obedeciam cegamente, a Zulmira aconselhou-o a ter muito cuidado, para não perder a sua confiança, porque isso seria o pior que lhe poderia acontecer, para os seus planos de todos se unirem na defesa da Colónia, tão cobiçada por outras potências
Um dos objetivos era ter da parte deles o compromisso de mobilização de todos os homens, para combaterem as agressões estrangeiras
Mas, isso poderia ir contra o que o Roberto defendia, a ida de todos os homens para as lavras, para trabalharem ao lado das mulheres. Tinha receio de que os Sobas dissessem que os homens precisavam de estar livres desse trabalho, para poderem defender as suas localidades
A Zulmira acompanhava o marido nas conversas com os Sobas, o que, para estes, não era normal, nem bem visto. Mas, para o Miguel e para a Zulmira, era uma maneira de tentar mudar a submissão das mulheres, procurando que, com o passar do tempo, fossem vistas, como companheiras e não seres submissos, que tinham de fazer tudo o que os homens queriam
A bigamia permitia que os homens tivessem muitas mulheres, quanto mais mulheres tivessem, mais ricos eram, porque a sua riqueza provinha do trabalho delas
Eram elas que geriam a lida da casa e do campo, todas obedeciam à mais velha.
O Governador, depois de ter ouvido os Sobas dos arredores de Luanda, tendo obtido de todos o apoio à Coroa Portuguesa, resolveu enviar uma carta ao Rei, dizendo que ainda não tinha conseguido angariar fazenda, para enviar para Lisboa. Mas, tinha obtido dos Sobas o compromisso de defenderem a Colónia de todas as agressões estrangeiras, o que era muito importante, devido à cobiça, por parte de algumas nações, por Angola
Quando recebeu a carta, o Rei ficou furioso. Mas, resolveu não fazer nada, enquanto não ouvisse os seus conselheiros.
Continua
Obrigada pela partilha
ResponderExcluirMuito obrigado.
ExcluirBeijinhos
Que prossiga a saga...:)))abraço
ResponderExcluirGrato pela visita.
ExcluirUm abraço.
Está aí um grande jogo de cintura que tem de ser feito.
ResponderExcluirDia feliz.
Espero que os conselheiros do Rei fiquem do lado do Governador de Angola.
ExcluirBom resto de dia.
Outros tempos, outros costumes, a evolução mudou muita coisa, nomeadamente o paepl das mulheres na sociedade, mas há ainda muito trabalaho pela frente se não nos destruirmos antes.
ResponderExcluirAs mulheres têm subido a pulso. Mas, infelizmente , ainda terão muito que lutar.
ExcluirGrata pela partilha, José! :))
ResponderExcluirResto de dia Feliz!
Muito obrigado!
ExcluirResto de dia tranquilo!
oh! que os conselheiros do rei sejam mais sensatos que ele! há tanta harmonia na colónia e agora há que esperar em suspense. beijinho querido amigo José e feliz final de semana dizem que vem aí chuva!
ResponderExcluirO Rei vai ter de ouvir os conselheiros, que o devem aconselhar a louvar o Governador, pelo que estava a fazer.
ExcluirBoa noite querida amiga Ana. Bom fim-de-semana, mesmo que esteja prevista chuva, para domingo.
Beijinhos
O governo de uma casa consegue ser tão importante e complicado como o de um país.
ResponderExcluirDe acordo. Saber governar uma casa é muito importante.
ExcluirResto de dia tranquilo, Inês!
Tempos em mudança e sem bonança
ResponderExcluirBelo fim de Semana pra vocês.
Parece que o São Pedro vai ajudar a apagar os incêndios.
ExcluirBom fim-de-semana para vocês com saúde e alegria, João.
Desafios da vida.
ResponderExcluirBeijinhos
A vida é feita de desafios.
ExcluirBeijinhos
É bom que o Rei ouça os conselheiros e que estes lhe deem bons conselhos.
ResponderExcluirFeliz fim de semana.
Como bom Rei, nunca deixa de ouvir os conselheiros e seguir os seus conselhos.
ExcluirBom fim-de-semana, com saúde e alegria.