O Império
O Império – As teias que o Império teceu
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Antes de se despedirem, ainda, tiveram tempo para marcar um almoço, no palácio do Governador, para toda a família, a fim de escolherem a data do casamento e como seria a cerimónia, que deveria ser simples, como informou o Miguel, um pedido da noiva
A turma do Roberto estava ansiosa, para que chegasse o dia da nova aula do senhor Rocha, que lhes tinha prometido de que iriam entrar numa mata onde, em certos sítios, não seria possível ver o sol, porque as altas árvores estariam cobertas de lianas, dificultando a penetração na mata, que teria de ser feita com catanas, para abrir trilhos por onde pudessem passar
No dia aprazado, ninguém faltou, todos estavam curiosos em saber o que se iria passar, as expetativas eram muitas, uns esperavam ver elefantes, outros leões, hienas, rinocerontes, zebras, como se os animais, na floresta, estivessem à espera deles
O guia aconselhou que não se assustassem, nem fizessem barulho, caso vissem algum animal, para que ele não se sentisse ameaçado, porque os animais, normalmente, só reagem quando se sentem em perigo
Antes de entrarem na mata, num charco, perto de um rio, viram um grande crocodilo a apanhar banhos de sol, estiveram alguns minutos a contemplá-lo, olhou-os, mexeu-se um pouco, parecendo ter a incumbência de lhes desejar boas-vindas
O guia fez uma pequena palestra, pediu-lhes para seguirem em fila indiana, tentando não fazer barulho, para ver se conseguiam ver algum animal, ainda a dormir ou a descansar, depois de uma noite de procura de alimento
Dois homens, munidos de catanas iam abrindo caminho, o senhor Rocha colocou-se a meio da fila, para que todos ouvissem as suas explicações, o Roberto fechava a fila, para que ninguém ficasse para trás e se perdesse
Passado mais de uma hora, sem que acontecesse algo de extraordinário, a não ser o cansaço e a dificuldade na visibilidade, uma brusca agitação fez as árvores e as lianas estremecerem, era uma enorme cobra a deslocar-se, por cima das cabeças dos intrusos, que entraram na sua casa, sem autorização, acordando-a dos seus belos sonhos
Alguns gritaram, outros agacharam-se, para que ela não lhes tocasse, mesmo que ela estivesse a mais de um metro de altura, acima das suas cabeças. O senhor Rocha pediu-lhes que parassem e não fizessem barulho até ela se distanciar
Recuperados do susto, seguiram à descoberta dos segredos da impenetrável mata
Mas, o tempo escasseava, não podiam ficar presos na mata, tinham de sair o mais depressa possível, o regresso à claridade foi arrepiante.
Continua
Grata pela partilha, José! :))
ResponderExcluirDia Feliz!
Muito obrigado!
ExcluirFeliz resto de dia, Zé!
E continua esta bela viagem, uma saga que me dá gosto ler.
ResponderExcluirTudo de bom, amigo.
Bjs
Muito obrigado pela visita.
ExcluirBoa noite, Olga!
Beijinhos
Mais uma aventura da pequenada, se bem que isto de "navegar" pela selva não seja coisa fácil.
ResponderExcluirUma grande aventura, num local de grandes perigos.
ExcluirMomentos de emoção.
ResponderExcluirBeijinhos
A Natureza é espantosa.
ExcluirBom resto de dia, Maribel!
Beijinhos
Que a saga siga...:)))abraço
ResponderExcluirVai continuar enquanto houver caminho.
ExcluirUm abraço.
que aventura! estou a gostar muito.
ResponderExcluirobrigada pela partilha, querido amigo José
beijinho e feliz fim-de-semana
Muito obrigado!
ExcluirBom resto de dia, querida amiga Ana.
Beijinhos
Esta viagem na mata assustou!
ResponderExcluirContinuação de boas aprendizagens.
Saúde e paz.
As matas de Angola são muito assustadoras, quase impenetráveis, onde o perigo espreita.
ExcluirSaúde e alegria.
Aventura
ResponderExcluirBom fim de Semana pra vocês
e que seja um belo dia em harmonia agradável.
Foi uma grande aventura.
ExcluirBom dia e bom fim-de-semana, para vocês com saúde e alegria, João.
Perdi a vez caro Amigo. Mas com a câmara fotográfica foi o que perdi: África!
ResponderExcluirUm abraço e um bom fim de semana.
Perdeu a oportunidade de participar numa grande aventura, caro Amigo.
ExcluirBom fim-de-semana e um abraço.
Que belo passeio, apesar do susto, tudo correu bem.
ResponderExcluirBeijinhos José
Foi uma grande aventura!
ExcluirBom fim-de semana, Manu!
Beijinhos
Confesso que não sou aventureira o suficiente para visitar animais selvagens nos seus habitats, mas sempre que há bichos que entram em casa, sou sempre eu que tenho a calma para os "apanhar" e libertar de volta à natureza. Bom fim de semana, José!
ResponderExcluirOs bichos sabem quem lhes quer bem.
ExcluirBom fim-de-semana, Inês!
Também de aventuras na selva, se faz um império!
ResponderExcluirBoa semana, José
O que não faltaram foram aventuras.
ExcluirBoa semana, Isabel.
Uma grande aventura na mata!
ResponderExcluirBeijinhos José
Não faltaram aventuras, no nosso Império.
ExcluirBoa noite, Manu!
Beijinhos