O Império
O Império - As teias que o Império teceu
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A Marina e o marido não perderam tempo, no dia seguinte foram visitar a cooperativa, acompanhados do Afonso, tiveram uma receção muito calorosa, foram cumprimentados por todos, que lhes desejara muitas felicidades e saúde
A Marina e o Roberto aproveitaram o momento para perguntarem o que é que eles mais precisavam, para que a cooperativa continuasse a progredir
Todos disseram que precisavam de uma escola, era bom que houvesse alguém que soubesse ler e escrever, para ajudar a gerir a cooperativa
O Roberto mostrou disponibilidade para fundar uma escola e ensinar a ler, escrever e fazer contas, tudo o que quisessem aprender e ele soubesse, desde que tivesse um local e quem quisesse aprender, poderiam ser crianças, jovens e adultos
A irmã, a Leopoldina, que era a dirigente da cooperativa, disse-lhe que iam marcar uma assembleia geral, para saber se os cooperantes aprovavam a proposta dele
A Marina também queria um espaço, para começar a trabalhar, mas não quis pedi-lo à cunhada, teve receio de que os cooperantes sentissem que eles estavam a pedir de mais à cooperativa
Assim, iria falar com o pai, talvez ele lhe conseguisse arranjar um espaço, para consultar os pacientes. Estava muito apreensiva, porque já sabia que a população acreditava mais nos curandeiros do que nela
Os curandeiros eram uma espécie de pessoas sagradas, muito conceituadas, a quem todos recorriam, não só por motivos de saúde, mas para tudo o que os atormentava
É difícil suportar a dureza dos dias, sem que tenhamos a quem recorrer, em quem acreditar, para nos ouvir, para nos ajudar a refletir, e até partilhar
O Roberto ficou tão empolgado com a receção ao seu plano, à criação de uma escola, que daí em diante o seu cérebro estava, sempre, ocupado, tentando encontrar métodos e meios, para cumprir o sonho de todos: saber ler, escrever, contar.
Continua
Prossiga a saga...:)))abraço
ResponderExcluirMuito obrigado pela visita.
ExcluirUm abraço
maravilhoso, querido amigo José.
ResponderExcluirbeijinho e bom resto de semana
Agradeço as amáveis palavras.
ExcluirBom resto de dia, querida amiga Ana.
Beijinhos
Obrigada pela partilha.
ResponderExcluirBeijinhos
Grato pela visita!
ExcluirBeijinhos
"...saber ler, escrever, contar." Itens de conhecimento muito importantes. Aguardamos que nos vá contando a continuação da estória. Com muita saúde e paz.
ResponderExcluirVou tentar continuar com esta estória.
ExcluirSaúde e alegria.
Bom fim de Semana inspirador
ResponderExcluire um bom e belo dia em harmonia pra vocês José
Muito obrigado, João.
ExcluirBom fim-de-semana para vocês com saúde e alegria.
Maravilhoso! É o gênero de trabalho que adoro, criar infraestruturas para ajudar a melhorar a vida.
ResponderExcluirEra o que todos os políticos deviam fazer: trabalhar no sentido de melhorar a vida das pessoas.
ExcluirBom fim-de-semana, Isabel!
E muito importante saber ler e escrever.
ResponderExcluirGostei muito desta saga.
Beijinhos José
Se é importante! Despois da saúde, a educação é o mais importante, por isso é que devemos investir na educação dos filhos e netos, sendo a melhor herança, que lhes podemos deixar.
ExcluirBeijinhos, Manu.
O acesso a cuidados de saúde e à educação são fundamentais para evolução de qualquer sociedade. Excelentes propostas dos nossos personagens favoritos! Bom fim de semana, José!
ResponderExcluirTotalmente de acordo.
ExcluirTambém lhe desejo um bom fim-de-semana, Inês!
O que esses impulsos benévolos trouxeram à sociedade não podem ser esquecidos, muito menos torpedeados pela ganância e pela insensibilidade. Contudo e estranhamente estão!
ResponderExcluirA criação do nosso SNS teve a colaboração de muita gente, preocupada com os que nunca tinham tido acesso à saúde. É pena que o queiram destruir, para entregarem aos privados, o grande negócio da saúde.
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