O Império
O Império - As teias que o Império teceu
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Chegara a hora de atracar a nau do comandante da armada, era preciso agir rapidamente, porque as horas de sol eram poucas
Enquanto estiveram ao largo, a Marina e o Roberto explicaram ao filho que a linda cidade, que viam, era Luanda, a sua cidade, onde contavam encontra a avó Rosinha, o avô Manuel, governador da colónia de Angola, e muitos outros familiares: uma tia avó e um tio avô, muitos tios, tias e as primas Milay e Milene
O areal estava semeado de gente, todos queriam ser os primeiros a ver quem vinha para Angola e quem regressava à sua terra
A Rosinha, o compadre e restante família estavam junto à escada, que ligava o cais à nau, o primeiro a sair foi o comandante da armada, a quem o governador deu as boas-vindas, o comandante agradeceu-lhe a calorosa receção e disse que lhe entregava a filha, o genro e o bonito neto sãos e salvos, a seguir a Marina abraçou e beijou o pai, que a seguir abraçou o genro, pegou ao colo o Afonso, não parava de o beijar e abraçar, parecia querer recuperar todo o tempo em que não o pôde ver
Mal o avô o libertou, a avó olhou-o de alto abaixo, prendeu-o nos seus magros e longos braços, beijou-o, disse-lhe que era muito bonito, que estava muito feliz por o conhecer
Não havia tempo, para mais cumprimentos, o sol, em breve, imediatamente desapareceria, o Governador, acompanhado do Comandante da Armada, pediu, que os seguissem, que se dirigissem, todos, para o palácio, onde poderiam continuar a falar, da longa separação, do que uns e outros, dos dois continentes tinham para contar, de todas as novidades dos cinco anos
O Afonso estava atónito com tantos beijos e abraços, quando chegou ao palácio, à casa do avô, foram as tias, os tios e as primas, ( a Milene, mais velha que ele e a Milay, a mais nova dos três) a abraçarem-no e a beijá-lo
Quando se viu livre de tantos beijos e abraços, foi brincar com as primas, a Milay, que vivia no palácio com os pais e o avô, foi mostrar-lho e tentar adivinhar onde é que ele iria dormir
Enquanto os adultos continuavam a falar sobre os cinco anos de ausência, da Marina e do Roberto, na Europa, querendo saber como era a Metrópole, como eram Lisboa e Coimbra, as duas cidades, que eles conheciam, havia muita curiosidade para saber quais eram as grandes diferenças entre a África e a Europa. O Afonso e as primas, cansados de tanta euforia, já faziam planos, para o dia seguinte, porque a noite já ia longa e o sono apertava
Continua
Começa agora uma nova vida para tantas vidas.
ResponderExcluirSem dúvida! Uns começam a trabalhar, outros vão ter uma oportunidade de ouro, para aprenderem a ler.
ExcluirBom fim-de-semana.
Cumprimentos
Que a saga prossiga...:)))abraço
ResponderExcluirMuito obrigado pela visita.
ExcluirBom fim-de-semana.
Um abraço.
viva, querido amigo José
ResponderExcluiro Afonso é um santo perante tantos beijos e abraços na idade dele eu não teria a mesma paciência
adorei! amigo, escreves tão bem. é uma alegria ler-te.
beijinho e feliz fim-de-semana aproveita bem este dia de sol
Olá, Ana!
ExcluirAgradeço as tuas encorajadoras palavras, querida amiga.
Também te desejo um bom fim-de-semana e tudo de bom.
Beijinhos.
Uma noite muito descansada para o Afonso, depois de tanto beijo e abraço bem merece (risos).
ResponderExcluirBoa noite também para si, querido José. E um beijinho.
As primas não lhe dão descanso.
ExcluirBoa noite, querida ROMI.
Beijinhos.
Pobre Afonso, corajoso herói. Depois de fazer-se ao oceano acaba ferozmente atacado por tanto mel. :)
ResponderExcluirNoite tranquila, José.
Foi a recompensa pela longa e dura viagem.
ExcluirTambém lhe desejo uma noite tranquila, Isabel.
Bonita a saga do tempo José
ResponderExcluirBelo fim de Semana pra vocês.
Muito obrigado!
ExcluirBom fim-de-semana, para vocês, com saúde e alegria, João.
Obrigada pela partilha
ResponderExcluirGrato pela visita.
ExcluirBom fim-de-semana, Di!
Beijinhos
Olá querido José!
ResponderExcluirObrigada pela partilha da sua escrita em tão alegre e desejado reencontro.
A expressão dos afectos é algo muito bonito, sobretudo se em genuína felicidade, como é o caso.
Uma boa sexta-feira e fim-de-semana para si e para os seus, José!
Beijinhos
Olá, querida Mafalda!
ExcluirAgradeço as suas palavras, sempre, muito encorajadoras.
Também lhe desejo um bom resto de sexta-feira e um bom fim-de-semana para si, bem como para todos os seus, Mafalda!
Beijinhos.
Um abraço caro Amigo. Não tenho acompanhado esta saga mas vou começar. Devo aprender sobre a África onde nunca fui.
ResponderExcluirBom fim de semana
Caro Amigo, compreendo que não tenha tempo para acompanhar esta saga.
ExcluirBom fim-de-semana.
Um abraço.
"...O Afonso estava atónito com tantos beijos e abraços..."
ResponderExcluirNada há como a felicidade dos reencontros.
Feliz Domingo e excelente semana.
Saúde e Paz!
Os reencontros, quando todos estão bem, são maravilhosos.
ExcluirSaúde e alegria.
Tantos reencontros carregados de emoções.
ResponderExcluirUma saga que gostei de ler
Beijinhos José
Fico contente por continuar a gostar desta saga.
ExcluirBoa semana, Manu!
Beijinhos
Um episódio quentinho.
ResponderExcluirFoi um bom e feliz reencontro.
ExcluirBoa semana, Isabel.
Ah, a emoção do reencontro! E uma nova vida para todos. Bom domingo, José!
ResponderExcluirFicaram todos muito contentes com o reencontro.
ExcluirBoa semana, Inês!
Grata pela partilha, José! :))
ResponderExcluirBoa noite e Boa semana!
Muito obrigado!
ExcluirNoite tranquila, Zé!