O Império
O Império – As teias que o Império teceu
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Quando avistaram terra, ficaram eufóricos, era sempre assim, em todas as viagens, com todos os marinheiros e passageiros, chegar a terra firme era como que conseguir uma vitória
Como o sol se estava a pôr, fundearam na baia de Luanda, fazendo com que os passageiros com destino a Luanda, tivessem de dormir mais um noite abordo
A Marina e o Roberto estavam tão eufóricos, com a chegada à sua terra natal, que não conseguiram dormir, no dia seguinte, pelas seis horas, quando o sol rebentou e iluminou tudo, Luanda vista do mar parecia, ainda, muito mais bonita
As árvores, umas floridas, outras com frutos, com os embondeiros em destaque, com os seus frutos a lembrarem ratazanas penduradas pelo rabo, deslumbravam o olhar
A Marina e o Roberto estavam encantados com os muitos recantos, que nunca tinham visto, ainda não tinham tido oportunidade de ver, do mar, a beleza da linda cidade de Luanda, para eles parecia que tudo era novo, que tudo tinha sido lá colocado, depois de terem ido para a Metrópole
O sol já ia alto, os barcos continuavam fundeados, sem se mexerem, a ansiedade era muita, em terra as pessoas agitavam-se, acenavam, pareciam não perceber a razão pela qual não atracavam, na cidade, já todos sabiam da chegada das naus da carreira da Índia
A Marina e o Roberto, não queriam incomodar o comandante da armada, que andava a constituir as equipas e distribuir as tarefas, para que tudo corresse bem
Mas, também, eles não compreendiam a razão de tanta espera, vendo que o comandante tinha feito uma pausa, decidiram aproximar-se dele e perguntar-lhe por que razão a nau não atracava. Respondeu-lhes que estavam à espera que a maré subisse, para puderem proceder às manobras de atracagem, mas que em breve iam levantar ferro, para se encaminharem para o cais
Ninguém queria perder o espetáculo do desembarque, todas as viagens traziam passageiros para Angola, havia, sempre, abraços, beijos e choros de alegria, por terem conseguido chegar sãos e salvos
Os familiares da Marina e do Roberto não passaram o dia no cais, porque o Governador tinha sido informado da hora prevista para a atracagem.
Continua
Boa quinta feira, e que seja em harmonia pra todos José
ResponderExcluirUma boa quinta-feira ,também, para vocês com saúde e alegria,João.
ExcluirA chegada a qualquer lugar é sempre empolgante, em especial quando o tempo entre a partida e a chegada era tão longo.
ResponderExcluirDe acordo. É muito empolgante e custa muito chegarmos ao cair da noite, termos de esperar para o dia seguinte, para desembarcarmos.
ExcluirCumprimentos.
Bom dia, José.
ResponderExcluirResto de dia feliz, Isabel.
Excluirbom dia, querido amigo José
ResponderExcluirestou toda sorrisos com a alegria que deve ser chegar a terra e é ficção mas tão real.
desconhecia essas "ratazanas" que crescem nas árvores! a saudade é tanta que até essa visão é bonita. não há nada como chegar a casa. obrigada por esta partilha
beijinho e feliz dia
Boa tarde, querida amiga Ana.
ExcluirFico muito contente com as tuas encorajadoras palavras. Muito obrigado.
Feliz resto de dia.
Beijinhos
Prossiga a saga...:)))abraço
ResponderExcluirMuito obrigado pela visita.
ExcluirUm abraço.
A chegada a Luanda, bem bonita. Que tudo lhes corra bem. Feliz chegada.
ResponderExcluirMuito obrigado. Todos agradecem os votos de : " feliz chegada"
ExcluirAs chegadas são momentos muito felizes!
ResponderExcluirContinuo a insistir que este seu império merecia ser um livro!
Obrigada pela partilha e um dia feliz!
É tão bom regressar e os nossos, com saúde, encontrar.
ExcluirQuanto ao livro, só se alguém lhe der valor e o queira editar.
Bom fim-de-semana, Ana!
ExcluirAssim espero que alguém o valorize!
Agradeço as suas amáveis palavras, Ana!
ExcluirDesta vez todos estavam eufóricos com a chegada a Luanda.
ResponderExcluirImagino como se sentirão quando puderem desembarcar.!
Beijinhos José
Quando desembarcarem vão ficar muito felizes.
ExcluirBom fim-de-semana, Manu!
Beijinhos
Venha o próximo episódio.
ResponderExcluirBeijinho e bom fim de semana, querido José.
Muito obrigado pela visita.
ExcluirBom fim-de-semana, querida Romi!
Beijinhos.
A reunião familiar está a deixar-nos ansiosos...
ResponderExcluirJá faltou mais!
ExcluirBom fim-de-semana, Isabel!
Imagino a ansiedade de estar tão perto da terra natal e sem a conseguir alcançar - ainda que apenas por umas horas. Não há nada como o nosso cantinho.
ResponderExcluirNada como o doce aconchego do lar!
ExcluirBom domingo, Inês!
Grata pela partilha, José! :))
ResponderExcluirBoa noite e Boa semana!
Muito obrigado!
ExcluirNoite tranquila, Zé!