A Candeia!

A candeia!


 


Candeia que vai à frente alumia duas vezes


Nem sempre apanhamos a carruagem na devida altura


Quase sempre corremos atrás do prejuízo


Governar não é só gerir o presente, é também planear, antecipar


Muito se protestou e barafustou por termos a eletricidade muito cara


Por termos de subsidiar as energias renováveis, nas quais, em boa hora, apostámos


Hoje, estamos bem posicionados, para produzirmos energia limpa, para o nosso consumo


Sem precisarmos de queimar, seja o que for, que por muito limpo, liberta gases


Sempre fui e serei contra a energia nuclear que, por muito barata que seja, para além do perigo da radioatividade, não sabemos o que fazer aos resíduos


Tudo o que é barato sai caro!


Temos de continuar a investir na produção de energia renovável, uma produção nacional, sem dependermos de importações, nem retaliações


Em 2024, produzimos 71% do nosso consumo de eletricidade, com origem em fontes de energia renovável


Ainda faltam 30%, temos de investir mais em energia fotovoltaica e eólica, fontes em que muitos particulares podem dar uma ajuda, investindo em painéis fotovoltaicos e aerogeradores  


Produzamos, o que é português, é bom.


 


José Silva Costa


 


 


 


    

Comentários

  1. Totalmente de acordo, caro Amigo.
    Só será de evitar as largas extensões de terreno coberto por painéis solares. Às dezenas de hectares seguidos.
    É dar cabo da paisagem...
    Um abraço

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    1. Totalmente de acordo. Temos tantos espaços, onde colocá-los, sem serem terrenos, mas arrancamos sobreiros, que levam 20 anos a crescer e podem durar dois ou três séculos, por a ganancia ser muita.

      Um abraço, caro Amigo.

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  2. Bom dia, José
    Não há energias limpas, mas é verdade que temos de acompanhar o tempo.
    Boa semana.

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    1. Mesmo que não sejam limpas, prefiro as que não imitem gases.
      Soube ontem que a sua cidade se comprometeu a ser sustentável e desarbonizada até 2030, e está no bom caminho
      Boa semana,Isabel.

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  3. As energias renováveis são o futuro...mesmo o daqueles que negam as alterações climáticas...abraço e boa semana

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  4. Até o conceito de futuro deveria mudar...
    Beijinhos

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    1. Mesmo que o conceito de futuro não mude, tudo vai ser muito diferente.

      Boa semana, Maribel!
      Beijinhos

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  5. Sempre assertivo nestas fantásticas reflexões. Subscrevo cada palavra.

    Beijinho, querido José. Boa semana.

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    1. Muito obrigado, temos de lutar por um mundo melhor.
      Boa semana, querida ROMI.

      Beijinhos

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  6. Boa tarde, José.

    Este é um daqueles temas que me deixam sempre "de pé atrás"... Sei bem que os combustíveis fósseis estão a esgotar-se, mas há toneladas e toneladas de marketing investido nas "energias verdes" e nem todo ele é verdadeiro e fiável.

    Hoje não estou nada bem, não me vou alongar sobre o assunto, mas existe um fenómeno chamado "Green Washing" que visa branquear tudo o que for "energia limpa", que nem sempre é tão limpa quanto nos querem fazer crer.

    E aqui andamos nós a girar em torno do Sol e a tentar compreender se estamos, ou não, a ser enganados em relação a mil e uma coisas que nos dizem respeito e das quais depende o futuro da nossa espécie...

    Um abraço

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    1. Sou contra os combustíveis fósseis não porque estejam a acabar, mas porque a sua queima produz poluição. Enquanto que a produção de energia pelo sol, pela água e pelo vento, para além de não provocar poluição, podemos produzi-la, evitando a sua importação. Desde 2008, acabámos com o gás na nossa habitação. A água passou a ser aquecida pelo sol e pela eletricidade, a comida é feita numa placa de indução, e estamos muito satisfeitos com a decisão.

      Boa tarde e boas melhoras, Maria João!
      Um abraço.

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    2. E tudo isso está tudo correctíssimo, José, o problema reside no facto de muitas empresas que fornecem "energia limpa" em grandes quantidades se "esquecerem" de informar que estão, por exemplo, a desmatar muitos Km2 de árvores para os cobrirem de geradores de energia eólica. Mas este é só um pequeno exemplo, como lhe disse, não me sinto nada bem, estou muito hipertensa e nem sequer me consigo concentrar no que escrevo.
      Mas se tivesse a menor hipótese de cobrir a minha casita de painéis solares, pode ter a certeza de que também o faria.

      Obrigada e um abraço, José

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  7. É verdade que investimos muito em energias limpas. Contudo, tanto quanto sei, continuamos a ser penalizados no preço a pagar por ela, porque continua indexada a um mercado de energia convencional, ou seja, mais suja.
    Aliás a criação do mercado de carbono, parece-me mais um negócio do que uma contribuição efetiva para a redução de missões.

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    1. Hoje, na RTP, no programa Bom Dia Portugal, acho que o presidente da associação dos produtores de energias renováveis disse que em 2024 poupámos não sei quantos milhões nas emissões e muitos outros milhões em importações.

      Para mim o mais importante é não queimar nem carvão, nem gás natural para produzir eletricidade.

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  8. Excelente reflexão, José! :))
    Boa noite!

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  9. E assim é que é José
    Bela terça-feira em harmonia e beleza de mais um dia.
    Bom dia para pra vocês.

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    1. Aquilo que pudermos produzir, escusamos de importar.

      Bom resto de dia para vocês, com saúde e alegria, João.

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  10. "...Produzamos, o que é português, é bom."
    Nem mais, nem menos, "preço certo"!
    Feliz 2025, com saúde e paz!

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    1. Aquilo que pudermos produzir, escusamos de importar. Nem em tudo estamos na cauda da Europa, na produção de energia renovável, estamos em 4º lugar, depois das imbatíveis: Noruega, produtora de petróleo, Suécia e Dinamarca. Os velhos do Restelo profetizavam, no início do século, que se enveredássemos por fontes de energia intermitente, teríamos cortes de energia, porque não conseguiríamos uma produção continua. Felizmente, este ano o preço da eletricidade baixou, no ano passado, na Alemanha e França, alguns produtores, nos dias de maior produção, tiveram de aceitar o preço zero, para não perderem os contratos.
      Boa semana, com saúde e alegria.

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  11. Já somos 2, José! (ou muitos mais, parece-me)

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