Quingentésimo ano (342)
061.
Cantiga
a üa Dama que estava
vestida de dó
MOTO:
De atormentado e perdido,
já vos não peço senão
que tenhais no coração
o que tendes no vestido.
VOLTAS
Se de dó vestida andais
por quem já vida não tem,
porque não no haveis de quem
vós tantas vezes matais?
Que brado sem ser ouvido,
e nunca vejo senão
cruezas no coração,
e grande dó no vestido.
Bom dia, Cheia!
ResponderExcluirÈ linda, linda, esta cantiga! Vai ter de ficar na lista de espera, mas quero dar-lhe a volta o mais depressa possível.
Obrigada e um abraço
Boa noite, Maria João!
ExcluirEspero a sua resposta a esta cantiga.
Boa noite e um abraço.
Viva, Cheia!
ExcluirPara hoje não será que ainda estou a acabar a Coroa de Sonetos em conjunto com o poeta Custódio Montes.
Mas eu hei-de cantá-la!
Bom descanso e outro abraço!
Grata pela partilha, José! :))
ResponderExcluirBoa noite e Boa semana!
Muito obrigado!
ExcluirNoite tranquila, Zé!