Quingentésimo (337)
80.
Cantiga
a este moto alheio:
Há um bem que chega e foge;
e chama-se este bem tal,
ter bem para sentir mal.
VOLTAS
Quem viveu sempre num ser,
inda que seja em pobreza,
não viu o bem da riqueza,
nem o mal de empobrecer:
não ganhou para perder;
mas ganhou com vida igual
não ter bem nem sentir mal.
Bom dia, Cheia!
ResponderExcluirHoje vou ter de ser malabarista e tomar banho sem ajuda, que tenho tido os dias todos ocupados por consultas médicas e de enfermagem, mas prometo tentar dar a volta a esta volta :)
Um abraço
Boa noite, Maria João!
ExcluirQue tenha corrido tudo bem!
Um abraço.
Bom descanso, Cheia!
ExcluirAmanhã terei outra consulta no centro de saúde. Espero que o valor do INR esteja finalmente dentro dos parâmetros exigidos pelo cardiologista, senão não faço outra coisa para além de andar a saltitar de cá para lá...
Um abraço
Bem verdade!
ResponderExcluirObrigada pela partilha e boa semana José!
Quem não sobe, não cai.
ExcluirBoa noite, Ana!
Obrigada pela partilha
ResponderExcluirMuito obrigado pela visita.
ExcluirBoa noite, Di!
Beijinhos
Costuma dizer-se: "Mal por mal..."
ResponderExcluirSem conhecer o bem, nem se sabe que se está mal?!
Ou então: "Não há mal que sempre dure, nem bem que nunca acabe"!
"Não há mal que sempre dure, nem bem que sempre perdure"!
ExcluirGrata pela partilha, José! :))
ResponderExcluirBoa noite e Boa semana!
Muito obrigado!
ExcluirBoa noite e boa semana, Zé!
Trocadilhos em grande
ResponderExcluirBom e belo dia em harmonia José.
Era muito forte em trocadilhos.
ExcluirBom dia para vocês, com saúde e alegria, João.