O Império
O Império - As teias que o Império teceu
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As ilhas de São Tomé e Príncipe estiveram desabitadas até 1470, quando os navegadores portugueses João de Santarém e Pêro Escobar as descobriram.
Os portugueses colonizaram-na com cristãos-novos que tinham sido expulsos pela Inquisição.[1]
A cana-de-açúcar foi introduzida nas ilhas no século XV, mas a concorrência brasileira e as constantes rebeliões locais levaram a cultura agrícola ao declínio no século XVII. Assim sendo, a decadência açucareira tornou as ilhas entrepostos de escravos para o Caribe e para o Brasil.
Entre as principais dificuldades por que passaram as ilhas no final do século XVI destacam-se as revoltas de africanos entre 1590 e 1595, das quais a mais importante foi a Revolta dos Angolares.
A escravatura e o ciclo do Cacau
A agricultura só foi estimulada no arquipélago no século XIX, com o cultivo de cacau e de café. Nesse período, as ilhas figuraram entre os maiores produtores mundiais de cacau. A escravatura foi abolida em 1876, mas ao longo do século XX os portugueses mantiveram os trabalhadores rurais em degradantes condições de trabalho. Baseava-se em mão de obra trazida principalmente de diferentes regiões da costa ocidental do continente africano, e posteriormente apenas populações oriundas das outras colónias portuguesas: Angola, Moçambique e Cabo Verde.
As grandes propriedades rurais, as roças, tornaram-se uma das matrizes na construção da história do país[2]. (Wikipédia)
Chegou o dia da partida das naus da carreira da Índia, o dia há muito aguardado pela Marina e o Roberto, finalmente iriam regressar à sua terra, Angola
Viajavam na nau do comandante, que os recebeu à entrada da mesma, já se conheciam, o casal, dias antes, tinha tido um encontro com o comandante, para saberem se seria preciso tomarem algumas precauções, por causa do filho, que deveria ser o passageiro mais novo daquela viagem
Na altura disseram-lhe que tinham vindo de Luanda, para estudarem em Coimbra, como já tinham acabado os cursos, queriam voltar para a sua terra
Ele deu-lhes os parabéns, desejou-lhes muitas felicidades, dizendo, que soubesse eram os primeiros licenciados, que transportava. Por isso, era uma honra tê-los como companheiros de viagem
Quanto ao menino poderia acontecer que enjoasse a comida, se soubessem de alguma coisa, que ele gostasse, que não se deteriorasse e a pudessem arranjar, era bom que a levassem, para ser mais fácil alimentá-lo.
Continua
bom dia, querido amigo José!
ResponderExcluirvão de partida no Natal, que
viagem mais mágica!
beijinho e continuação de Festas Felizes
Muito obrigado, querida Ana!
ExcluirÉ tão bom regressar ao aconchego do lar.
Feliz resto do ano!
Beijinhos
Bom dia, José!
ResponderExcluirComo se costuma dizer, quem vai ao mar avia-se em terra e fazem bem em estar preparados para o máximo que conseguirem. Outras épocas, que recordam a nossa história, parte do património comum que nos vai relatando nestas teias do seu Império.
Que corra tudo bem nesta viagem para a família que regresso à terra natal de Angola.
Votos de continuação de umas Boas Festas para si, caro José.
Boas Entradas, e Feliz e Próspero Ano Novo de 2025 para si e para os seus.
Beijinhos
Boa tarde, Mafalda!
ExcluirSomos um povo com uma história muito rica, o que faz com que tenhamos um grande património, tão enriquecido pelo contacto, que tivemos com todos os povos do mundo.
Também lhe desejo a continuação de Boas Festas, Boas Entradas e Próspero Ano Novo, bem como para toda a família.
Beijinhos
Ai, que por mais que eu tente despachar-me, as teias do Império vão cada vez mais à minha frente
ResponderExcluirBem, mas sempre vão ficar por cá, posso bem voltar cá num momento mais oportuno, embora hoje já tenha aprendido muito sobre as ilhas de São Tomé e Príncipe.
Outro abraço, Cheia!
Boa tarde, Maria João!
ExcluirMuito obrigado por seguir estas teias.
Resto de dia tranquilo.
Um abraço.
Ai, Cheia, deixei muitos episódios para trás, quando estava incapaz de ler e escrever, vou ter de voltar em tempo mais oportuno para desenredar melhor estas teias...
ExcluirOutro abraço
O que vale é que o enredo é simples e em qualquer episódio se apanha o comboio.
ExcluirUm abraço.
Sim, mas eu falhei muitas paragens... Muito vou ter de andar "às arrecuas", rsrsrs
ExcluirAbraço
Vamos embora para casa!
ResponderExcluirÉ muito bom o aconchego da nossa casa!
ExcluirBom resto de ano, Isabel!
Bamboleando mar adentro, ao sabor do vento e das correntes, isto eram aventuras, histórias e tormentos que me faz lembrar a frase de Marcelo Rebelo Sousa "Eramos felizes e não sabiamos".
ResponderExcluirEsta frase, esquecendo o passado e aplicando-a ao presente é que somos felizes e pouco gratos pelo muito (que parecendo pouco) temos face ao passado e ao presente em muitas partes do Mundo.
Boa Viagem.
Nunca estamos satisfeitos, e isso é que faz avançar o mundo. Queremos, sempre, mais e melhor. Só os donos das guerras e a ambição pelo poder, é que põem o mundo a perder.
ExcluirBom resto de ano.
Bom dia
ResponderExcluirfim de Semana e último do Ano
e que seja melhor. Bom e belo dia pra vocês José
Bom dia, João.
ExcluirBom resto de ano para vocês.
Uma verdadeira aula de história.
ResponderExcluirTantos lugares que menciona aqui e que eu já visitei.
Gostei imenso desta saga.
Beijinhos José
Bom dia e bom resto de ano, Manu.
ExcluirFico contente por gostar destas teias.
Beijinhos.
Que façam boa viagem para Angola.
ResponderExcluirSerá que vão aportar também a São Tomé?!
Que cheguem bem a 2025!
Não podem ir a São Tomé, têm pressa de chegar a Luanda.
ExcluirFeliz e próspero Ano Novo!
Realmente, até aos dias de hoje, continua a haver pessoas sujeitas a situações de escravatura. Apenas lhes dão outro nome.
ResponderExcluirQue a família tenha uma boa viagem e o pequenote não passe muito mal.
Bom resto de 2024, José!
Infelizmente, continua a haver quem queira viver da exploração dos outros.
ExcluirTambém lhe desejo um bom resto de ano, Inês!