Quingentésimo ano (324)
103.
Cantiga
a este vilancete pastoril
-Deus te salve, Vasco amigo
Não me falas ? Como assi ?
-Bofé, Gil, não estava aqui
VOLTAS
Pois onde te hão-de falar,
se não estás onde apareces?
-Se Madanela conheces,
nela me podes achar.
-E como te hão-de ir buscar,
aonde fogem de ti?
-Pois nem eu estou em mi.
Obrigada pela partilha e um dia feliz, José!
ResponderExcluirMuito obrigado pela visita.
ExcluirBom resto de dia, Ana!
Não entendo nada deste vilancete! Saúde!
ResponderExcluirhttps://pt.wikipedia.org/wiki/Vilancete
Grato pela informação.
ExcluirBom resto de dia com saúde e alegria.
Obrigada pela partilha
ResponderExcluirMuito obrigado pela visita.
ExcluirGostei da sonoridade. Excelente.
ResponderExcluirBeijinho, querido José.
Um vilancete pastoril, como lhe chamou o autor.
ExcluirBoa noite, querida ROMI.
Beijinhos
Perdi aqui um belo Vilancete, mas fiz o gostinho ao dedo com um amigo com quem já fiz tantas coroas de sonetos que lhes perdi a conta.
ResponderExcluirUma noite quentinha e serena, Cheia!
Fez o gostinho ao dedo e encantou-me. Muito obrigado, Maria João.
ExcluirUm abraço.
Outro abraço, Cheia! Obrigada por me fazer saber que o encantei!
ExcluirBailarico é o que é
ResponderExcluirBela Quarta Feira em harmonia e bom dia pra vocês José.
Cantiga de amigos.
ExcluirBom dia para vocês, com saúde e alegria, João.