Quingentésimo ano (284)
77.
Cantiga
a este moto seu:
Pois me faz dano olhar-vos
não quero, por não perder-vos
que ninguém me veja ver-vos.
VOLTAS
De ver-vos a não vos ver
há dous extremos mortais;
e são eles em si tais
que um por um me faz morrer;
mas antes quero escolher
que possa viver sem ver-vos
minh'alma, por não perder-vos.
Deste tamanho perigo
que remédio posso ter,
se vivo só com vos ver,
se vos não vejo, perigo?
Quero acabar comigo
que ninguém me veja ver-vos,
Senhora, por não perder-vos.
Um inspirador início de manhã.
ResponderExcluirUm abraço caro Amigo
Muito inspirador, caro Amigo.
ExcluirUm abraço.
Obrigada pela partilha!!!
ResponderExcluirBeijinhos!!!
Muito obrigado!
ExcluirBoa tarde, Maribel!
Beijinhos
Um moto em terceto, duas voltas em sétimas. Que ele não perca a Senhora, com tantas voltas em sétima e o moto no terceto!!!!!!!!!!!!!!
ResponderExcluirSaúde e Paz, Poesia com Ironia, que, às vezes também faz falta.
Viva Camões!
Muito obrigado por me ajudar a compreender as voltas de Camões.
ExcluirSaúde e alegria.
Obrigada pela partilha
ResponderExcluirMuito obrigado pela visita.
ExcluirPerdição perdição
ResponderExcluirBela sexta, bom dia e bom fim de Semana pra vocês.
Os problemas do costume.
ExcluirBom fim-de-semana para vocês, com saúde e alegria, João.
Grata pela partilha, José! :))
ResponderExcluirBoa noite e Boa semana!
Muito obrigado!
ExcluirBoa semana, Zé!