Quingentésimo ano (275)
63.
Cantiga
a este mato seu:
Da alma, e de quanto tiver,
quero que me despojeis,
contanto que me deixeis
os olhos para vos ver.
VOLTAS
Cousa que este corpo não tem
que já não tenhais rendida;
depois de tirar-lhe a vida,
tirai-lhe a morte também.
Se mais tenho que perder
mais quero que me leveis,
cantento que me deixeis
os olhos para vos ver.
ResponderExcluirCamões em modo cantiga com um bonito mote
Desconhecia, caro Amigo
Um abraço
Deixou-nos uma vasta obra, que não conheceria, se não tivesse tomado esta empreitada, caro Amigo.
ExcluirBom outubro e um abraço.
Arrebatados momentos do nosso Luis
ResponderExcluirBom e belo dia de terça feira em harmonia
e fantasia de natureza José.
O dramatismo do Luís.
ExcluirBom dia e bom outubro para vocês, João.
Bom dia, José.
ResponderExcluirParece que agora sim chegou o Outono.
Que seja um bom outono, para todos.
ExcluirBoa tarde, Isabel.
Belo!!
ResponderExcluirFeliz Outubro.
Beijinhos!!
De acordo!
ExcluirBom outubro, Maribel!
Beijinhos.
Muito bom...
ResponderExcluirBeijinho, querido José.
Os olhos, sempre os olhos, porque são eles quem primeiro beija, mesmo que seja à distância.
ExcluirNoite tranquila, querida ROMI.
Beijinhos
"Os teus olhos não são olhos / São duas bolinhas pretas / Foram criados ao sol / À sombra das violetas"!
ResponderExcluirSerá que o Camões conheceria esta quadra?!
Viva a Poesia!
Quem sabe!
ExcluirOs olhos são tão cantados! Seja como for, seja quem for o seu autor, ela é muito bonita
Grato pela partilha.
Viva o amor e a poesia.
Grata pela partilha, José! :))
ResponderExcluirBoa noite!
Muito obrigado!
ExcluirBoa noite, Zé!