Quingentésimo ano (254)
Que esperais, esperança? Desespéro.
Quem disso a causa foi? Hũa mudança.
Vós, vida, como estais? Sem esperança.
Que dizeis, coração? Que muito quero.
Que sentis, alma, vós? Que amor he fero.
E, em fim, como viveis? Sem confiança.
Quem vos sustenta, logo? Huma lembrança.
E só nella esperais? Só nella espero.
Em que podeis parar? Nisto em que estou.
E em que estais vós? Em acabar a vida.
E ténde-lo por bem? Amor o quer.
Quem vos obriga assi? Saber quem sou.
E quem sois? Quem de todo está rendida.
A quem rendida estais? A hum só querer.
Luís de Camões
O nosso Luis em monólogo com os botões
ResponderExcluirBom e belo dia pra vocês José.
Pergunta e dá a resposta
ExcluirBom resto de dia para vocês, com saúde e alegria, João.
Um soneto cheio de originalidade.
ResponderExcluirUm bom dia e um abraço, caro Amigo
Sem dúvida.
ExcluirBoa tarde, caro Amigo.
Um abraço.
Camões, o dramaturgo.
ResponderExcluirBom dia, José.
O drama do Amor.
ExcluirBoa tarde, Isabel.
Feliz dia José!
ResponderExcluirMuito obrigado!
ExcluirBoa tarde, Ana!
Na procura da nossa identidade...
ResponderExcluirBeijinhos!!!
Pergunta e dá as respostas.
ExcluirBoa tarde, Maribel!
Beijinhos
Obrigada pela partilha.
ResponderExcluirBeijinhos
Muito obrigado, Di!
ExcluirBoa noite.
Beijinhos.
Grata pela partilha, José! :))
ResponderExcluirResto de dia Feliz!
Muito obrigado!
ExcluirBoa noite, Zé!