O Império

O Império – As teias que o Império teceu


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A Anastácia disse que ia fazer um jantar, para comemorar a união, porque a comida também serve para ajudar a consolidar o amor


O Elisiário disse que não sabia cozinhar, mas que dali em diante, sempre que pudesse, a ia ajudar na lida casa, e que muito esperava aprender com ela


Ela agradeceu-lhe, mostrando que estava muito contente, por ter um companheiro, que compreendia quão importante é a colaboração na manutenção da habitação, para que o casal tenha mais tempo livre, para melhor o aproveitarem, fazendo o que lhes dá prazer


Foi um jantar muito animado, a comida tem o condão de animar todas as festas e comemorações, os dois casais brindaram a tudo e mais alguma coisa, nunca aquela casa tinha estado tão cheia de felicidade e alegria, o amor tudo contagia, fazendo com que as  pessoas que se sentem amadas experimente muita felicidade e alegria


A festa prolongou-se pela noite dentro, ninguém queria ser o responsável pelo fim do dia mais longo e mais feliz da Anastácia e do Elisiário, quando o cansaço os venceu, a Marina e o Roberto despediram-se e foram para o quarto, o Elisiário, mesmo não querendo mais afastar-se da Anastácia, ainda balbuciou, que ia andando, mas a Anastácia disse-lhe que não queria ficar sozinha, o que fez com os olhos de ambos brilhassem e as bocas se unissem


No dia seguinte os dois casais continuaram a celebrar, desta vez, o facto do novo membro da “família” ter começado a viver sob o mesmo teto, fazendo com que o Afonso passasse a ter quatro pessoas para o mimarem e ajudarem a crescer


De vez em quando, o Afonso chorava, como acontece com todas as crianças, fazendo com que a mãe ficasse muito nervosa


A Anastácia sossegava-a, dizendo que os bebés precisavam de muitos mimos, muito colo, porque quando estão na barriga da mãe estão muito confortáveis, andam de um lado para o outro, sentem-se protegidos


Depois de nascerem sentem falta dessa segurança, desse calor, de andarem de um lado para o outro, passam muito tempo deitados nos berços, sem o contato e o calor humano


Por isso, é muito importante pegar-lhes, massajá-los, andar com eles de um lado para o outro, dar-lhes muito carinho, tocar-lhes, para que se sintam protegidos, como quando estavam no ventre das mães


A Marina estava encantada com a sabedoria da Anastácia, sobre como cuidar dos bebés, ela que não tinha filhos


Agradeceu-lhe, mais uma vez, o quanto os tinha ajudado, e a sorte que tiveram de tê-la a seu lado, para conseguirem concretizar os seus sonhos e criarem o Afonso


A Anastácia respondeu-lhe que também ela tinha tido muita sorte em conseguir beneficiar da maravilhosa companhia deles, e de ter encontrado outro companheiro, com quem esperava ser muito feliz, tudo graças à sua nova “família”.


 


Continua


 


 


 


 

Comentários

  1. AS mães (os pais) e os bébés sempre a aprender com as novas vidas. Não é fácil, mas é gratificante.

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    1. Sem dúvida! À medida que a ciência avança, melhor vamos sabendo como devemos receber e tratar os bebés que, como diz, são tão gratificantes.

      Boa tarde.

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  2. A sabedoria nem sempre vem da experiência, por vezes vem do bom senso.

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    1. Se for das duas coisas, melhor.
      Noite tranquila, Isabel!

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  3. Grata pela partilha, José! :))
    Resto de dia Feliz!

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  4. Não tarda temos o Afonso a correr pela casa.
    Beijinho, querido José.

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    1. Espaço não lhe falta, porque a casa tem um bom corredor.
      Boa noite, querida ROMI.
      Beijinhos

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  5. Familia sempre em comunhão José
    Belo dia em harmonia pra vocês, de quase fim de Semana
    o que é bom.

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    1. Uma família exemplar.
      Bom dia e bom fim-de-semana, para vocês, João.

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  6. bom dia, amigo José.
    tanta ternura e doçura. nunca tinha pensado nisso pois nunca tive filhos apesar de os ter sonhado, mas faz todo o sentido continuar a dar-lhes aconchego e contacto humano. muito sábio da sua parte. um capítulo muito harmonioso. estou a adorar pois deixa-me com um sorriso no rosto. e fiquei tão feliz com o continua no fim do texto. obrigada! beijinho e feliz final de semana

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    1. Muito obrigado pelas tuas encorajadoras palavras, Ana!
      Boa tarde e bom fim-de-semana, amiga.
      Beijinhos

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  7. A acompanhar com muito carinho

    Beijinhos, José
    Feliz Sexta-feira

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    1. Muito obrigado pelas tuas visitas e carinho.
      Bom fim-de semana, Luísa!

      Beijinhos

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  8. Tal e qual! Não há nada mais importante na vida de um bebé que o colo, da mãe em particular, para o seu desenvolvimento. A teoria antiga de que os pais deviam deixar o bebé acalmar-se sozinho (leia-se deixá-lo chorar até que se calasse) foi há muito posta de lado e ainda bem. Bom domingo, José!

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    1. As teorias do castigo físico e abandono têm de ser substituídas pelo carinho, muito amor e atenção.
      Boa semana, Inês!

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  9. As emoções e o carinho sempre em alta.
    Beijinhos José

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