O Império
O Império - As teias que o Império teceu
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Estado Português da Índia
Vasco da Gama atracou em Calecute, em 20 de Maio de 1498, conseguiu assegurar uma carta de concessão para as trocas comerciais com o Samorim, o governador de Calecute
Os portugueses estabeleceram um porto comercial, mas foram incapazes de pagar os direitos aduaneiros dos seus bens em ouro
Mais tarde, funcionários de Calecute detiveram temporariamente agentes de Vasco da Gama, como garantia de pagamento. Isso irritou Gama, que levou alguns nativos e dezasseis pescadores com ele pela força, A expedição foi bem-sucedida, levando carga com valor sessenta vezes o custo da expedição
A frota de Pedro Álvares Cabral chegou a Calecute a 13 de setembro de 1500, obteve autorização para instalar uma feitoria e um armazém na cidade-estado
Em meados de dezembro, a feitoria foi atacada por cerca de 300 homens, 50 portugueses perderam a vida, os restantes retiram-se para os navios, alguns a nado
Cabral esperou 24 horas por um pedido de desculpas, que não chegaram, mandou atacar 10 navios mercantes dos árabes, ancorados no porto
Mataram cerca de 600 tripulantes, confiscaram o carregamento, antes de incendiar os navios
Cabral também ordenou que os seus navios bombardeassem Calecute durante 24 horas, mas percebeu que tinha poucos homens, regressou a Portugal, com a convicção que seriam sempre poucos em comparação com os indianos
Queria que aquela traição fosse punida de modo a que os portugueses fossem temidos e respeitados no futuro
Disso encarregou-se Afonso de Albuquerque, que conquistou Goa, tornando-a na sede do Estado Português da Índia
A Marina e Roberto, depois do encontro, no café, com a viúva Anastácia, ganharam uma nova vida
Convidou-os para almoçarem, no domingo a seguir, na sua casa, que ficava muito perto da Universidade, queria que vissem as condições da casa, para onde iriam viver com o seu bebé
Assim foi, passaram uma semana a pensar no casual encontro, e em como tudo seria diferente
Já não precisavam de se preocupar em arranjar com quem deixar o bebé, ainda por cima, iam viver com uma senhora, que os ajudaria a criá-lo, nem queriam acreditar no que lhes tinha acontecido
Até parecia que a semana não tinha fim, tal era a ansiedade de confirmarem tudo o que aquela mulher lhes tinha dito, parecia ser sorte a mais, não se conheciam de lado nenhum
Mas tudo levava crer que, era uma senhora muito boa, tinha pena de não ter tido filhos, enviuvara ainda muito nova, não voltara a casar, como era normal naquela época, tudo parecia dar certo, não devia ter dificuldades financeiras, atendendo a como estava vestida, nem falou de qualquer recompensa por tudo o que oferecia.
Continua
Olá José!
ResponderExcluirTudo a correr bem por um lado, com os nossos conhecidos e a sua vida em Portugal, os estudos, habitação e a preparação para a chegada de um novo elemento para a família (que ainda vamos esperar para saber se é menina ou menino ), e por outro, as desventuras e guerras de um Império em pleno desenvolvimento na Índia, com tanto de violento e números que apesar de assustadores, são de centenas e em nada se comparam com os actuais milhares das guerras em curso a ocidente e oriente. Números para os quais nos vamos insensibilizado, ignorando talvez os sinais preocupantes que nos chegam todos os dias de outros impérios.
Parabéns por mais um episódio destas teias, José.
Boa quinta-feira, beijinhos!
Como a minha mãe dizia: " o pouco espanta, o muito abranda"
ExcluirJá não há" uma praça de povo que se indigne." Estamos completamente anestesiados.
Também lhe desejo uma boa quinta- feira, Mafalda!
Beijinhos
Que a saga prossiga...:)))abraço
ResponderExcluirMuito obrigado.
ExcluirUm abraço.
Vamos colocar um pouco de humor da histório, porque, como rfer Ricador Araujo Pereira dispõe bem.
ResponderExcluirComo seria a chegada de Vasco da Gama Índia relatada por João Ricador Pateiro
https://www.youtube.com/watch?app=desktop&v=megp7OvQ35k&embeds_referring_euri=https%3A%2F%2Fgavetadenuvens.blogspot.com%2F&feature=emb_imp_woyt
Mais um pedacinho da nossa rica história na época das descobertas.
ResponderExcluirTarde feliz.
Por mais que queiram a nossa história não se pode apagar, temos de enquadrá-la à luz dos novos tempos e da democracia.
ExcluirBoa tarde.
Muito obrigado pela partilha. Foi uma chegada apoteosa.
ExcluirBoa noite.
Estou a acompanhar com muito gosto, José
ResponderExcluirBeijinhos
Resto de Dia Feliz
Muito obrigado!
ExcluirBoa tarde, Luísa!
Beijinhos
Grata pela partilha, José! :))
ResponderExcluirResto de dia Feliz!
Muito obrigado!
ExcluirNoite tranquila, Zé!
e assim a História enriquece a história.
ResponderExcluirtambém estou curiosa sobre esse almoço
beijinho e feliz dia
Muito obrigado, pelas amáveis palavras, Ana!
ExcluirBom fim-de-semana.
Beijinhos.
Fanicos da nossa história por memória José
ResponderExcluirBoa e bela sexta feira pra vocês, em harmonia.
Uma história, que para o bem e para o mal, temos de carregar.
ExcluirBom fim-de-semana, para vocês, com saúde e alegria, João.
Mais um belo capítulo que gostei de ler.
ResponderExcluir.
Saudações poéticas. Feliz fim de semana.
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Poema: “ Sorri quando não há sol ao amanhecer
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Muito obrigado pela visita.
ExcluirBom fim-de-semana.
Cumprimentos.
Muito obrigado pela visita.
ResponderExcluirBom fim-de-semana, Olga!
Beijinhos
E a vida vai-se fazendo...
ResponderExcluirBom fim-de-semana
Todos os dias andamos um pouco do nosso caminho, até chegarmos ao fim.
ExcluirBom fim-de-semana, Isabel.
Costuma-se dizer que quando parece bom demais, geralmente é. E é verdade tanto na vida de um casal como nos tempos das conquistas. Bom fim de semana, José!
ResponderExcluirA sabedoria popular tem muito de verdade.
ExcluirBom fim-de-semana, Inês!