O Império
O Império - As teias que o Império teceu
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Foi um domingo perfeito, todos estavam muito contentes:para os futuros pais, porque tinham "uma mãe para eles e uma avó para o seu bebé", para a Anastácia, porque tinha, novamente, uma família. Assim que a Marina e o Roberto decidissem ir viver lá para casa, esta deixava de ser uma casa sem vida e passaria a ter muita alegria
Os seus rostos mostravam toda a felicidade, que o dia lhes tinha proporcionado, não podendo ficar por mais tempo, porque no dia seguinte tinham aulas muito cedo, despediram-se da sua grande amiga, com a promessa de visitá-la sempre que pudessem, enquanto não se mudassem lá para casa
Havia muito tempo que não se sentiam tão felizes, uma das maiores preocupações tinha acabado, já tinham quem cuidasse do bebé, e ainda por cima não precisava de ser arrancado da cama, como acontece a muitos bebés, que têm de ser levados de um lado para outro, para que os pais possam ir trabalhar
Era muita a euforia, mal chegaram a casa decidiram dar a boa notícia aos pais. Ela escreveu uma carta para o pai, e ele para a mãe, dizendo-lhes tudo de bom lhes tinha acontecido, pedindo para não se preocuparem, porque o bebé ficaria muito bem entregue
Acrescentaram que estava previsto para junho o seu nascimento, do que os informariam, dizendo se era menino ou menina
Para eles, a principal preocupação estava resolvida, dali em diante podiam dedicar-se exclusivamente aos estudos até à chegada do bebé
Mas, para a Marina a vida continuava complicada, à medida que se aproximavam os exames, também o bebé se preparava para nascer, nada que a fizesse desistir dos seus objetivos.
A sua determinação e inteligência faziam que continuasse a ultrapassar todos os obstáculos, continuava esperançada que iria obter bons resultados na frequência do primeiro ano da Universidade, e que teria, como recompensa de todo o seu muito esforço, um bonito e saudável bebé que, os ocuparia numas férias escolares diferentes, dando-lhes, também, muitas alegrias
O novo ano escolar, também, seria muito exigente: amamentá-lo, continuar com os estudos, cuidar dele, dar-lhe banho, o que é sempre complicado para os inexperientes pais, valia-lhe ter a ajuda da Anastácia, e isso tranquilizava-a
A adaptação dos portugueses ao clima da Índia não foi fácil, as temperaturas a rondar os cinquenta graus positivos eram insuportáveis, todas as ideias que contribuíssem para o arrefecimento do corpo eram bem-vindas, uma que foi muito utilizada consistia em colocar recipientes com água, debaixo das mesas das salas de jantar, onde colocavam os pés enquanto tomavam as refeições ou conviviam
Os portugueses, com Afonso de Albuquerque a fazer o que Pedro Alvares Cabral tinha
sugerido: aterrorizar os orientais de tal maneira, que nos temessem, mesmo que estivéssemos em inferioridade numérica
Foi isso que fez com que mantivéssemos o Estado Português da Índia até 18 de Dezembro de 1961, quando o primeiro-ministro da imensa União Indiana, Pandit jawaaharlal Nehru mandou por fim a uma história de 451 anos
A Índia tinha obtido a sua independência da Inglaterra em 1947.
Continua
Que bom que já tinham quem cuidasse do bébe ´
ResponderExcluirCrónica muito interessante, José.
A acompanhar
Beijinhos
Feliz Dia
Às pessoas boas acontecem coisas boas.
ExcluirFeliz resto de dia, Luísa!
Beijinhos
Alegrias e tristezas, boas e más acções sempre a fazer parte da nossa vida. Vivam as alegrias.
ResponderExcluirA vida é feita de pequenas coisas, nem todas boas, infelizmente!
ExcluirBom resto de dia.
Um dia bom, José.
ResponderExcluirMuito obrigado.
ExcluirResto de dia radioso, Isabel.
Grata pela partilha, José! :))
ResponderExcluirDia Feliz!
Muito obrigado!
ExcluirFeliz resto de dia, Zé!
Olá José!
ResponderExcluirQue bom, uma casa cheia, a chegada de nova vida e a perspectiva de poderem ter essa ajuda preciosa para permitir prosseguir os estudos.
Tudo coisas boas nesta família, onde vai tecendo as teias deste seu maravilhoso mundo do Império.
Muito obrigada pela partilha, continuaremos em expectativa para saber se é menino ou menina, até para a semana, num novo capítulo.
Continuação de um excelente dia, José!
Beijinhos
Olá, Mafalda!
ExcluirFico muito contente por estar a gostar destas teias. Em breve, saberemos se é menino ou menina. Outros tempos, em que não havia ecografias!
Feliz resto de dia e beijinhos!
Que a saga prossiga...:)))abraço
ResponderExcluirGrato pela visita.
ExcluirUm abraço.
Estou um pouco desorientada no Império
ResponderExcluirVou ter que pôr a leitura em dia, mas gostei do que li!
Uma boa tarde
Também eu. Hoje, saltei uma página, amanhã vou publicá-la.
ExcluirNoite tranquila.
muito bom, José!
ResponderExcluiras notícias boas, mesmo fictícias,
deixam-me com um sorriso alegre.
beijinho e feliz entardecer
Ainda bem, Ana! Tristezas não pagam dividas. Hoje, publiquei a página 69, em vez da 68.
ExcluirAmanhã vou tentar emendar o erro, publicando a 68. Mas, infelizmente, o mal está feito.
Noite tranquila e beijinhos.
É um gosto ler este seu "Império"!
ResponderExcluirMuito obrigada pela partilha!
Muito obrigado!
ExcluirNoite tranquila, Ana!
Eu vou torcer para que seja menino.
ResponderExcluirBeijinho e boa noite, querido José.
Aqui, que ninguém nos ouve, a primeira ecografia não mostrou muito bem, mas aponta para menino. Hoje, enganei-me, saltei uma página, amanhã vou publicá-la.
ExcluirNoite tranquila, querida ROMI!
Beijinhos.
Bom e belo fim de Semana, bela sexta feira pra vocês José
ResponderExcluirBom dia e bom fim-de-semana, para vocês, com saúde e alegria, João.
ExcluirGostei da ideia dos recipientes debaixo da mesa. Com as alterações climáticas, quem sabe se ainda os utilizaremos por cá?
ResponderExcluirFeliz noite
Fica a ideia, se for necessário, sabemos o que fazer.
ExcluirBom fim-de-semana, Isabel!