Quingentésimo ano (145)
No mundo quiz o Tempo que se achasse
O bem que por acêrto, ou sorte vinha;
E por exprimentar que dita tinha,
Quiz que a Fortuna em mi se exprimentasse.
Mas porque o meu destino me mostrasse
Que nem ter esperanças me convinha,
Nunca nesta tão longa vida minha
Cousa me deixou ver que desejasse.
Mudando andei costume, terra, estado,
Por ver se se mudava a sorte dura;
A vida puz nas mãos de hum leve lenho.
Mas, segundo o que o Ceo me tẽe mostrado,
Ja sei que deste meu buscar ventura
Achado tenho ja que não a tenho.
Luís de Camões
Ainda ontem
ResponderExcluirdei uma mãozada ao Luis, estátua em Constância...
Bom fim de Semana pra vocês José.
Fez bem, João, dizem que passou lá uns tempos.
ExcluirBom fim-de-semana, para vocês, com saúde e alegria.
Bom fim de semana.
ResponderExcluirBeijinhos!!!
Muito obrigado!
ExcluirBom fim-de-semana, Maribel!
Beijinhos
ResponderExcluirBeijinhos, José
Feliz Dia
Muito obrigado.
ExcluirBoa tarde e bom fim-de-semana, Luísa!
Beijinhos
Por mais que procurasse a Felicidade, nem de barco a achou. Raio de sorte desgraçada a do nosso Poeta Maior! Paz!
ResponderExcluirA felicidade nunca a encontrou, mas as musas nunca o abandonaram, encontrou inspiração para escrever muitos e bonitos poemas.
ExcluirBom fim-de-semana, com saúde e alegria!
Grata pela partilha, José! :))
ResponderExcluirBoa noite e Boa semana!
Muito obrigado!
ExcluirBom dia, Zé!