Quingentésimo ano (136)
Memória de meu bem, cortado em flores
por ordem de meus tristes e maus Fados,
deixai-me descansar com meus cuidados
nesta inquietação de meus amores.
Basta-me o mal presente e os temores
dos sucessos, que espero, infortunados;
sem que venham, de novo, bens passados
afrontar meu repouso com suas dores.
Perdi nũa hora quanto em termos
tão vagarosos e largos alcancei;
deixai-me, pois, lembranças desta glória.
Cumpre acabe a vida nestes ermos,
que neles com meu mal acabarei
mil vidas, não ũa só, dura memória!
- Luís de Camões
A vida nem sempre é fácil!
ResponderExcluirTenha um bom dia José!
Para o Camões nunca foi fácil.
ExcluirBom resto de dia, Ana!
Se tudo correr bem, Camões ganhará asas renovadas em dez anos.
ResponderExcluirÉ motivo de alegria, não é?
Bom dia, José.
De muita alegria. Camões, finalmente, voltara a viajar por todo o mundo, declamando os seus versos, abraçando as Musas, namorando com todas as assistentes de bordo, queixando-se do seu fado.
ExcluirBoa tarde. Isabel.
ResponderExcluirBeijinhos, José
Feliz Dia
Muito obrigado.
ExcluirBoa tarde, Luísa!
Beijinhos
"Camões, grande Camões" (Bocage)
ResponderExcluirGrata pela partilha, José! :))
ResponderExcluirResto de dia Feliz!
Muito obrigado!
ExcluirBoa noite, Zé!
Boa e bela quinta feira em harmonia pra vocês
ResponderExcluirque até o nosso Luis
já tem aeroporto para os Barcos Voadores
Muito obrigado, João.
ExcluirUm bom resto de dia para vocês, com saúde e alegria.
Os homens da da droga é que agradecem, barcos voadores já tinham, não tinham é aeroporto.