Quingentésimo ano (63)
Que pode já fazer minha ventura
que seja para meu contentamento.,
Ou como fazer devo fundamento
de cousa que o não tem, nem é segura?
Que pena pode ser tão certa e dura
que possa ser maior que meu tormento?
Ou como receará meu pensamento
os males, se com eles mais se apura?Como quem se costuma de pequeno
com peçonha criar por mão ciente,
da qual o uso já o tem seguro;assi de acostumado co veneno,
o uso de sofrer meu mal presente
me faz não sentir já nada o futuro.
Viva, Cheia!
ResponderExcluirEste também já está respondido e publicado.
Abraço
Boa tarde, Maria João!
ExcluirEste foi uma reedição, sem querer, mas acontece. Já reeditei três, tenho de melhorar o controlo.
Um abraço.
Desta vez, nem dei por isso, Cheia...
ExcluirTenho a certeza de que, se já tinha respondido a este, a minha resposta foi diferente. Mas eu hoje não me fio muito em mim mesma que, com tantas complicações, cuidados de enfermagem veterinária e incertezas, passei o dia inteiro a imaginar que era segunda-feira e que a consulta da Mistral era amanhã.
Também vou tentar estar mais atenta, embora amanhã já tenha um outro compromisso quanto à edição. Posso, evidentemente, responder a Camões, mas só publicarei o dueto na terça-feira.
Outro abraço
Boa semana, Maria João!
ExcluirUm abraço.
Boa semana, Cheia!
ExcluirOutro abraço
Quando a dor se torna em hábito...:)))abraço
ResponderExcluirÉ como estar habituado ao veneno.
ExcluirUm abraço.
Grata pela partilha, José! :))
ResponderExcluirResto de dia Feliz!
Muito obrigado!
ExcluirBoa tarde, Zé!
Ou muito me engano, ou já conheço.
ResponderExcluirBeijinhos
Sim. Foi reeditado por engano.
ExcluirBom dia e boa semana, Di!
Beijinhos
Bom dia, boa Semana
ResponderExcluire um bom e belo dia em harmonia pra vocês José.
Muito obrigado, João.
ExcluirBom dia e boa semana, com saúde e alegria, para vocês.