Quingentésimo ano (60)
Doces lembranças da passada glória,
Que me tirou fortuna roubadora,
Deixai-me descansar em paz uma hora,
Que comigo ganhais pouca vitória.Impressa tenho na alma larga história
Deste passado bem, que nunca fora;
Ou fora, e não passara: mas já agora
Em mim não pode haver mais que a memória.Vivo em lembranças, morro de esquecido
De quem sempre devera ser lembrado,
Se lhe lembrara estado tão contente.Oh quem tornar pudera a ser nascido!
Soubera-me lograr do bem passado,
Se conhecer soubera o mal presente.
Bom dia, Cheia!
ResponderExcluirAmanhã estarei no hospital e, depois, no Centro de Saúde, não sei se terei tempo para vir aos blogs. Hoje, fico a aguardar que a Musa me dê, ou não, uma mãozinha depois de ter feito as minhas rotineiras visitas aos amigos.
Um abraço
Bom dia, Maria João!
ExcluirDesejo que corra tudo bem.
Um abraço.
Agora, com os tratamentos da Mistral, ainda tenho menos tempo para as leituras e
Excluira poesia, mas o soneto/resposta a este soneto de Camões já foi publicado,
Cheia!
Outro abraço
Muito obrigado, pelo esforço para manter as conversas com o Camões.
ExcluirBoa tarde, Maria João!
Um abraço.
Se me agradece, já sabe que lhe agradeço também, Cheia! Se não fossem estas suas publicações comemorativas, nunca me ocorreria Conversar com Camões em soneto camoniano ...
ExcluirOutro abraço
Prognósticos só depois do "jogo"...:))abraço
ResponderExcluirTodos gostamos de glória.
ExcluirUm abraço.
Obrigada pela partilha!
ResponderExcluirMuito obrigado pela visita.
ExcluirResto de dia tranquilo, Ana!
Grata pela partilha, José! :))
ResponderExcluirResto de dia Feliz!
Muito obrigado!
ExcluirBoa noite, Zé!