Quingentésimo ano (44)
Com grandes esperanças já cantei,
com que os deuses no Olimpo conquistara;
despois vim a chorar porque cantara
e agora choro já porque chorei.Se cuido nas passadas que já dei,
custa me esta lembrança só tão cara
que a dor de ver as mágoas que passara
tenho pola mor mágoa que passei.Pois logo, se está claro que um tormento
dá causa que outro n’alma se acrescente,
já nunca posso ter contentamento.Mas esta fantasia se me mente?
Oh! ocioso e cego pensamento!
Ainda eu imagino em ser contente?
Luís de Caões
Grata pela partilha, José! :))
ResponderExcluirBom Carnaval!
Muito obrigado!
ExcluirTambém lhe desejo um bom Carnaval, Zé!
As asas da imaginação..:))abraço
ResponderExcluirMuito podemos voar...
ExcluirUm abraço
Obrigada pela partilha.
ResponderExcluirFeliz Carnaval
Bom Carnaval, Di!
ExcluirBeijinhos
Mais uma belíssima partilha, Cheia!
ResponderExcluirUm abraço
Cantar e chorar, mais um belíssimo soneto, para nos encantar.
ExcluirUm abraço, Maria João!
E para eu poder conversar com Camões em soneto camoniano, cheia :)
ExcluirEste já está!
Outro abraço
Espero por logo, para ver essa interessante conversa.
ExcluirMais um abraço.
Mais outro abraço, Cheia!
ExcluirBom e belo dia de Namorados
ResponderExcluirtambém ao Luis que as penou.
Bom dia pra vocês José.
Bom dia e muito namoro, que o tempo é ouro.
ExcluirO nosso poeta muito namorou, por isso é que as penou.
Bom dia para vocês, com saúde e alegria, João.