Quingentésimo ano (40)
Depois de tantos dias mal gastados,
Depois de tantas noites mal dormidas,
Depois de tantas lágrimas vertidas,
Tantos suspiros vãos vãmente dados,Como não sois vós já desenganados,
Desejos, que de cousas esquecidas
Quereis remediar mortais feridas,
Que amor fez sem remédio, o tempo, os Fados?Se não tivéreis já longa experiência
Das sem-razões de Amor a quem servistes,
Fraqueza fora em vós a resistência.Mas pois por vosso mal seus males vistes,
Que o tempo não curou, nem larga ausência,
Qual bem dele esperais, desejos tristes?
Grata pela partilha, José! :))
ResponderExcluirDia Feliz!
Muito obrigado!
ExcluirBom fim-de-semana, Zé!
Também eu gostei muito de mais esta partilha de um soneto de Camões, Cheia!
ResponderExcluirUm abraço
São todos muito bons, Maria João!
ExcluirUm abraço.
São todos esplêndidos, Cheia: em nada ficam atrás dos de Dante e Petrarca.
ExcluirOutro abraço
Os seus, também, são esplêndidos.
ExcluirUm abraço.
O maior romântico da história portuguesa!!
ResponderExcluirBom fim de semana.
Um grande romântico, que muito se queixou do amor.
ExcluirBoa tarde e bom-fim-de -semana.
Foi o mais apaixonado, sem dúvida, embora Florbela viesse mais tarde ombrear com ele em tragédia e paixão...
ExcluirBjs
Também gosto muito da Florbela, cuja vida acabou em tragédia.
ExcluirUm abraço.
É esplêndida, a poesia de Florbela!
ExcluirOutro abraço
Quem canta seus males espanta.
ResponderExcluirBoa tarde, José.
O povo sabe o que diz.
ExcluirBoa tarde e bom fim-de-semana, Isabel.
Obrigada pela partilha.
ResponderExcluirBom fim de semana
Muito obrigado.
ExcluirBom fim-de-semana.