O Império
O Império – As teias que o Império teceu
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A última expedição brasileira a Angola foi em 1671, 200 mulatos nordestinos participaram na batalha conhecida como Pungo Adungo. Quando saiu de vez do território angolano, o Brasil deixou muito bem estabelecido por lá um forte comércio de fumo e cachaça, que conquistou os traficantes de escravos até à sua proibição
A cooperativa estava a tornar-se numa grande família, o casamento do Zacarias, filho da Miquelina e do Ezequiel, com a Milay, filha de um casal cooperante, cujo namoro já durava há muito tempo, fez com que as duas famílias ficassem muito felizes
Os jovens começavam a ocupar o lugar dos pais, tanto na produção como na gestão da cooperativa, o que fez com que mais jovens aderissem ao projeto
A Rosinha e o Januário continuavam a saborear a reforma, que lhes foi imposta pelos filhos, que não queriam que eles voltassem para os trabalhos do campo, dizendo-lhes, que aproveitassem bem o tempo, porque mais tarde ou mais cedo apareceriam os netos, acabando com a lua-de-mel dos avós: “ filhos criados, trabalhos dobrados”
Assim, passavam os dias calcorreando os sítios onde tinha sido felizes, onde se tinham encontrado, onde tudo tinha começado
Recordavam os tempos em que eram jovens, quando não tinham dores nas pernas e nas costas, não precisavam de andar constantemente a descansar, porque os anos pesam muito, fazendo com que se percam as forças
O Januário, desde que tinha estado doente, no Brasil, com as sazões, de vez em quando, voltava a ficar doente com as terríveis febres
Aquele tempo de férias, imposto pelos filhos, fez com que o Januário e a Rosinha se apercebessem de que estava na altura de se reformarem
A Rosinha não queria deixar de trabalhar. Mas sabia que o Januário precisava da sua ajuda e companhia, para o ajudar a ultrapassar as sazões, mesmo que ele insistisse que aquilo era passageiro
Assim, pediu aos filhos que falassem com os cooperantes, no sentido de marcarem a assembleia, para que todos apresentassem as suas ideias, para melhorarem a cooperação, os rendimentos, as habitações: a vida
A Leopoldina e o Jeremias deram-lhes a boa notícia de que iriam ser avós, não poderiam ter recebido melhor notícia, remédio, esperança, alegria, incentivo para afogarem as dores e as febres do Januário
Foi de tal maneira, que esqueceram tudo o que os atormentava, e começaram fazer planos de como iriam ajudar a criar a neta ou neto
Foi tanta a felicidade, que pareciam ter rejuvenescido muitos anos, fazendo com que os futuros pais, também ficassem babados de felicidade, e fossem a correr, dar a notícia à restante família.
Continua
viva a alegria!
ResponderExcluirbeijinho e dias felizes
Bom dia, com muita alegria!
ExcluirFeliz resto de dia, Ana!
Beijinhos
Estou meio atrapalhada com as mil e uma tarefas que tenho pela frente, mas não podia deixar de vir ver em que teias andavam agora a Rosinha e o Januário :)
ResponderExcluirVão ser avós e estão felizes como nunca, apesar das mazelas que, de quando em quando, afligirão o Januário enquanto ele por cá andar...
Gostei, Cheia!
Um abraço
Agradeço o seu interesse, e fico contente por ter gostado.
ExcluirDesejo-lhe o melhor, para uma vida tão atarefada.
Um abraço, Maria João!
Siga a saga...:)))abraço
ResponderExcluirNum Abril, este império ainda vai florir.
ExcluirUm abraço
A alegria dos netos rejvesnecem os avós, mesmo em tempos difíceis. Uma história de vida dentro da História.
ResponderExcluirSão as nossas histórias, que fazem a História.
ExcluirA família a crescer é sempre motivador!
ResponderExcluirObrigada José!
Sem dúvida, é uma esperança de continuidade!
ExcluirBoa tarde, Ana!
Já lá vem uma nova geração de aventuras!
ResponderExcluirUma boa tarde
Tem sido assim ao longo dos tempos: os mais velhos vão dando lugar aos mais novos.
ExcluirTambém lhe desejo uma boa tarde.
Grata pela partilha, José! :))
ResponderExcluirResto de dia Feliz!
Muito obrigado!
ExcluirNoite tranquila, Zé!
As alegrias dos começos e alguns contratempos trazidos pela idade.
ResponderExcluirNoite boa, José.
O perfume da mocidade, que acaba, mais cedo ou tarde.
ExcluirBom fim-de-semana, Isabel.
Tão bonito ver como esta família prospera e alcança harmonia através do diálogo e respeito, do amor entre todos.
ResponderExcluirMuito obrigada por mais este fantástico episódio do império, onde nem tudo são rosas, mas onde as dificuldades se vencem com a cooperação de todos.
Noite tranquila, José.
Beijinhos
É como diz: o diálogo, o respeito e o amor são muito importantes para se alcançar a harmonia.
ExcluirFeliz resto de dia e boa semana, Mafalda!
Beijinhos
Com cheirinho a fim de Semana
ResponderExcluirbela sexta feira em harmonia
e bom dia pra vocês José
que a esperança vnce sempre, dizem...
"que a esperança VENCE sempre,,," irraaaa
ExcluirBom dia, João!
ExcluirUm bom fim-de-semana e um bom mês de março, para vocês, que a primavera está a chegar.
A esperança é que mantem viva a vida.
ExcluirBom março para vocês, com saúde e alegria, João.
O tempo passa tão devagar e tão depressa, mas há que festejar as pequenas alegrias da vida. Netinhos serão sempre uma bonita notícia. Bom fim de semana, José!
ResponderExcluirTenho que pedir conselhos ao Januário e à Miquelina para a reforma. Ando às voltas com a ideia, quem sabe se não são uma ajudinha.
ResponderExcluirBom fim-de-semana
Aproveita. São bons conselheiros, fizeram bem em se reformarem, porque a vida é muito curta.
ExcluirBoa semana, Isabel!
É interessante ver como tudo muda e as gerações mais novas vão continuando e transformando o papel e a herança no saber dos mais velhos.
ResponderExcluirMais um episódio que gostei muito de ler.
Boa semana.
Beijinhos José
Muito obrigado.
ExcluirBom dia e boa semana, Manu!
Beijinhos
Descanso mais do que merecido. Os netos dão saúde aos avós. É o que se costuma dizer.
ResponderExcluirExcelente semana.
Os netos são as mais belas flores dos avós.
ExcluirBoa noite.