Quingentésimo ano (10)
Ah! minha Dinamene! assim deixaste
Quem nunca deixar pôde de querer-te!
Que já, Ninfa gentil, não possa ver-te!
Que tão veloz a vida desprezaste!
Como por tempo eterno te apartaste
De quem tão longe andava de perder-te?
Puderam essas águas defender-te
Que não visses quem tanto magoaste?
Nem somente falar te a dura morte
Me deixou, que apressada o negro manto
Lançar sobre os teus olhos consentiste!
Oh mar! oh céu! oh minha escura sorte!
Qual vida perderei que valha tanto,
Se inda tenho por pouco o viver triste?
Camões
Grata pela partilha, José! :))
ResponderExcluirDia Feliz!
Muito obrigado!
ExcluirBoa noite, Zé!
500 anos!
ResponderExcluirBoa ideia a da homenagem.
Um abraço caro Amigo
Camões berm merece ser lido.
ExcluirBom dia , caro Amigo.
Um Abraço
Sigo muito entusiasmada com a sua homenagem ao Luís de Camões. Aproveito para rever alguma da sua poesia lida faz muito tempo.
ResponderExcluirExcelente dia.
Luís de Camões bem merece que seja recordado e lido.
ExcluirFeliz noite.
Camões sempre apaixonado e apaixonante..:))abraço
ResponderExcluirUm grande mestre a cantar o amor.
ExcluirUm abraço.
500 anos a deslumbrar com os seus sonetos, são muitos anos!
ResponderExcluirObrigada por mais esta partilha, Cheia!
Um abraço!
Tem muitos e bons sonetos.
ExcluirBoa tarde, Maria João!
Um abraço
Assim em jeito de episódio, lá se vai lendo o noso grande poeta.
ResponderExcluirA intenção é essa, que seja mais lido, o nosso grande poeta.
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