As Crianças
Guerras
É pena que horrores rime com flores
E, também com dores, rancores
E, ainda com impostores, doutores
E, até com professores, nadadores
As guerras são grandes horrores
Que matam inocentes e tenras flores
Que são apanhadas entre rancores
Os monstros matam as bonitas flores
Os monstros não sabem o que são dores
Pelo menos, as que infligem aos opositores
As infelizes tenras flores não sobrevivem a tantos horrores
Nas guerras não há flores
Nas guerras há horrores
Nas guerras há muitas dores
Nas guerras não há regras
Nas guerras há só opositores
Nas guerras reina a loucura
A cegueira é mais que pura
O ódio cava a sepultura
Nas guerras não há humanidade
Nas guerras só há brutalidade
Nas guerras as balas não escolhem idade
Nas guerras não há solidariedade
Nas guerras só há mortandade
Nas guerras as crianças morrem antes da puberdade
Nas guerras ninguém diz a verdade
Nas guerras só há maldade
Todos se regem pela vaidade
Quem mata mais é herói
A dor do outro não dói
A dúvida é que mói.
Os meus olhos não aguentam mais ver,
nas guerras, as crianças a morrer.
José Silva Costa
"... Os meus olhos não aguentam mais ver,
ResponderExcluirnas guerras, as crianças a morrer."
PAZ!
Como é que conseguimos ser tão bárbaros?
ExcluirBoa semana com saúde e alegria.
Infelizmente o homem é capaz do melhor e do pior. Ainda por cima consegue começar uma guerra em nome da paz futura.
ResponderExcluirSomos de todos o pior animal.
ExcluirBoa semana.
Cumprimentos
Nunca mais se aprende que as guerras são estradas para lado nenhum...boa semana abraço
ResponderExcluirDe acordo.
ExcluirBoa semana e um abraço.
Tão verdade e tão triste, José!
ResponderExcluirResto de dia Feliz e Boa semana!
Muito obrigado!
ExcluirBoa noite, Zé!
Cansada de ver tanto sofrimento.
ResponderExcluirNão precisávamos de guerras.
ExcluirBoa semana!
ResponderExcluirMuito obrigado.
ExcluirTambém lhe desejo uma boa semana!
Tantas palavras que são dor e infligem dor, cruéis palavras inventadas para corresponder à maldade do homem, e que como diz, infelizmente, não há flor que as consiga impedir ou delas fugir.
ResponderExcluirBeijinho, José.
Infelizmente, impõem-nos as guerras, e nós temos de viver com elas.
ExcluirBoa noite, Mafalda!
Beijinhos
A loucura humana contra o seu semelhante.
ResponderExcluirO sofrimento de um mundo.
Tanta crueldade, dos dois lados, para quê?
ExcluirBoa tarde, Isabel.
Infelizmente assim é José.
ResponderExcluirBom dia em harmonia
e que seja um belo dia pra vocês
O mundo está doido, mas, infelizmente, sempre assim foi.
ExcluirBom resto de dia para vocês, com saúde e alegria, João.
Como é que os governantes só ficam satisfeitos com o sofrimento.
ResponderExcluirÉ uma tragédia que não tem fim.
Dia extraordinário para si.
Infelizmente, cada vez há mais guerras.
ExcluirBom resto de dia.
"É pena que horrores rime com flores
ResponderExcluirE, também com dores, rancores"
Horrores rimam com flores, mas não te esqueças que as flores criam versos nos seus odores, que mesmo rimando com horrores, são pequenos vestígios de amores... uns perfeitos, outros imperfeitos, e outros escondidos atrás das mil cores que também rimam com... horrores.
Muito obrigado pelo perfeito e brilhante comentário.
ExcluirBom fim-de-semana, com saúde e alegria.
"A dor do outro não dói"
ResponderExcluirO ódio cega e tudo destrói.
ExcluirNão há palavras.
ResponderExcluirEstamos cada vez mais insensíveis.
ExcluirBom resto de dia, Inês!