O Império
O Império - As teias que o Império teceu
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Chegou a hora de deixarem o barco e darem um salto para o desconhecido: a Cidade de Luanda
Depois do almoço, pelas 15 horas, a Miquelina e o Ezequiel puseram pé em terra firme, faltavam 3 horas para a noite se abater sobre a cidade
Mal tiveram tempo de dar uma vista de olhos pela cidade. De repente a escuridão engoliu a cidade e eles só tiveram tempo de se abrigar num recanto, debaixo de uma árvore
Não havia nada que lhes conseguisse roubar a magia da primeira noite, juntos, e dos primeiros beijos. Entre beijos e abraços, no romantismo da noite escura, as 12 horas passaram num abrir e fechar de olhos, quando menos esperavam, o sol apareceu a beijá-los com todo o seu esplendor
Levantaram-se do assento onde passaram a noite, abraçaram-se, beijaram-se e gritaram: “Viva o Amor”
Como tinham combinado, iniciaram o dia a pedir ajuda, tentaram contar a sua história a várias pessoas, uns ouviram-nos, outros não, ninguém se mostrou interessado em ajudá-los
Resolveram bater às portas, umas não se abriram, outras abriram-se, mas ninguém estava em condições ou os queria ajudar, estavam quase a desanimar, mas uma abriu-se de par em par
Foi a de uma família, que conhecia um Januário, não sabiam se seria o irmão do Ezequiel, fosse ou não, tinham uma casa à disposição, por o tempo que fosse necessário
E, prometeram-lhes enviar um emissário a casa do Januário, para o informar de que tinha chegado, de Lisboa, um Ezequiel, que procurava um irmão, chamado Januário, e que o forasteiro e a sua companheira estavam hospedados na casa deles
Três dias depois, deu-se o reencontro dos irmãos, foi um momento de muita alegria e emoção, que culminou com um forte abraço
De seguida, o Ezequiel apresentou-lhe a Miquelina, dizendo-lhe que era a sua companheira, que tinham vindo na carreira da Índia, e que ficaram em Lunda, para o verem e começarem uma nova vida, noutro Continente
A Miquelina aproveitou para dizer, ao Januário, que já o conhecia da anterior viagem, e que tinham reparado um mastro, juntos
Ele respondeu-lhe que até sair, em Luanda, não viu nenhuma mulher a bordo, mas ela conseguiu que ele se lembrasse do momento em que os dois estiveram a reparar o mastro, não deixou de lhe dizer, que estava muito bem disfarçada
Beijaram-se, disse-lhe que era muito bem-vinda e que estava muito contente, por ter uma linda cunhada.
Continua
Bonitas histórias de vida e amor...
ResponderExcluirFelizes (neste texto de hoje)
Um abraço.
Foi um emocionante reencontro e uma lua-de-mel a ver a lua com o brilho das estrelas.
ExcluirBom dia.
Um abraço.
ExcluirMomentos únicos que nunca se esquecem, que guardamos na alma.
E isso é que importa. Isso é que une duas vidas...para sempre
Lúcia
Totalmente de acordo! São momentos inesquecíveis.
ExcluirFeliz noite, Lúcia!
Um abraço.
Felicidade e amor
ResponderExcluirsempre de mãos dadas
e sem pudor
Belo dia pra vocês
e ao texto também.
O amor não precisa de pudor, basta uma bonita flor.
ExcluirTambém vos desejo um bom dia, com menos calor, João.
tão bom! sou toda sorrisos por este capítulo ser tão positivo. obrigada!
ResponderExcluirbeijinhos e feliz dia
O reencontro dos irmãos e a lua-de-mel do Ezequiel e da Miquelina foram momentos de muita alegria.
ExcluirBom resto de dia, Ana!
Beijinhos
Grande saga a do Ezequiel e da Miquelina, caro Amigo.
ResponderExcluirUm abraço.
Vão continuar a descobrir África.
ExcluirBom dia , caro Amigo.
Um abraço.
O anónimo sou eu.
ExcluirContinua, torço por um final feliz.
ResponderExcluirBom dia. Beijinho, José.
Muito obrigado, Romi! Infelizmente, a vida é feita de bons e maus momentos, de dias de alento e de desalento, cujo desenvolvimento está nas mãos do tempo.
ExcluirFeliz resto de dia, Romi!
Beijinhos
Cada vez gosto mais!
ResponderExcluirMuito obrigado, Ana!
ExcluirBom resto de dia!
Beijinhos
O anónimo sou eu.
ExcluirParte da família já está reunida, agora ficava bem dar um "saltinho" ao outro lado do oceano e trazer de volta quem falta
ResponderExcluirUma tarde muito boa
Esse é o sonho do Januário. Mas ir ao outro lado do Atlântico, por enquanto, vai ser difícil, porque os holandeses, preocupados com a falta de mão de obra para os engenhos, no Nordeste Brasileiro, foram buscá-la a Angola.
ExcluirFeliz resto de dia.
A viagem do amor...:)))abraço e dia tranquilo
ResponderExcluirUma viagem muito atribulada, mas que acabou por desembarcar, em Luanda, um grande amor entre a Miquelina e o Ezequiel.
ExcluirBom resto de dia e um abraço.
O reencontro dos manos. Um dia feliz no Império.
ResponderExcluirBoa quinta-feira, José.
Também os havia: dias felizes no Império.
ExcluirFeliz resto de dia, Isabel.
"...ter uma linda cunhada." Que continue a saga. E no navio, como foi, não estando eles?!
ResponderExcluirO comandante ficou na dúvida, não sabendo se abandonaram o navio ou lhes aconteceu qualquer coisa, que os impediu de voltarem. Escolheu entre os restantes tripulantes os substitutos. Não há ninguém insubstituível.
ExcluirBoa noite, com saúde e alegria.
O Januário volta à cena, estou a gostar.
ResponderExcluirFico contente por estar a gostar.
ExcluirBom fim-de-semana, com saúde e alegria.
E viva o amor!
ResponderExcluirMomentos felizes se viveram neste capítulo que gostei muito!
Beijinhos José
De acordo! O amor é que nos faz mover.
ExcluirBom fim-de-semana, Manu!
Beijinhos
"Quem procura sempre alcança!"
ResponderExcluirUm texto que nos lembra que há sempre gente de bem a fazer a diferença na vida dos outros
Bom domingo José.
Sem dúvida! Por pouca que seja, ela existe.
ExcluirTambém lhe desejo um bom domingo, Isa.
Este é que é um capítulo cheio de alegrias, Cheia!
ResponderExcluirUm abraço!
Foi um feliz reencontro e uma lua-de-mel ao luar.
ExcluirUm abraço, Maria!
Boa noite e um abraço, Cheia!
ExcluirMuito obrigado!
ExcluirIgualmente, Maria!
ResponderExcluirO Januário não a reconheceu.
Finalmente se deu o tão desejado encontro.
Resto de boa tarde.
Isso e que foi um grande feito, conseguir que ninguém desconfiasse que era mulher!
ExcluirBoa noite.