As guerras!
Jovens mães carregam os filhos com a ajuda do brilho das estrelas
(do poema o fulgor da Língua/ o Estado do Mundo)
As guerras
Nas guerras não há coração, nem razão
Matam, indiscriminadamente, por impulsão
A culpa é de quem construiu o canhão
Disparam, como se fosse para o ar, contra o irmão
Mais tarde, com todos os horrores, terão de conviver
Mas, por muito que chorem, não haverá perdão
Porque tinham de pensar, antes de, utilizar, a mão
Os gritos dos filhos, agarrados às mães, nunca mais o deixarão
Acompanhá-los-ão, para onde quer que vão
Foi brutal e triste a sua missão
Matar, nunca será de louvar!
Tudo devemos fazer para o evitar
Quem consegue suportar e ver?
A separação: crianças a gritarem, agarrados aos pais e às mães
Mas, os pais têm de ficar, para matar ou morrer
As mães seguirão, à procurar de quem lhes dê uma mão
de um lugar em paz, onde os possam criar
Onde, quem encontrarão, com coração, que as ajude a suportar a dor da separação?
Como suportar a humilhação dos ditadores assassinos, que lhes roubaram os companheiros,
os pais dos filhos, os seus cheiros, os seus beijos, os seus projetos?
Com os filhos nos braços, sem terem onde os agasalhar, sem nada para lhes dar
Têm de ser muito fortes, para tanto desespero conseguirem suportar!
Mas, serão eles que lhes darão a força necessária, para os criarem, com os seus sorrisos, beijos e a palavra mais doce e mais pronunciada: Mãe!
Que grande castigo! Dos que não têm cabeça nem coração que, por muito que falem, nunca encontrarão, palavras suficientes, para justificarem os disparates, os horrores, as mãos ensanguentadas, os ouvidos cheios de gritos, dos assassinatos cometidos.
José Silva Costa
E assim vai o dia a dia
ResponderExcluirdestes tempos conturbados José
sempre vindos da mesmo da Nomenclatura
dementes de testa e prepotentes de Fascismo
Enfim, valha-nos Deus
que este pigmeus
não são deste mundo, de certeza.
Bom dia com boa Semana pra vocês
que a liberdade ainda é o nosso lema
e contra os usurpadores dementes
manguito ´. `)
Tempos de massacres e muita dor, João!
ExcluirTemos de lhes mostrar que é muito melhor viver em paz, numa europa unida, solidária, sem tiques de superioridade.
Um bom dia e uma boa semana, para vocês, e temos o fevereiro quase vencido.
sempre vindos da mesma Nomenclatura
ResponderExcluirTemos de lutar por uma Europa unida, sem guerras!
ExcluirBoa semana para vocês, com saúde e alegria.
A guerra não tem qualquer justificação. Que haja Paz!
ResponderExcluirTem toda a razão! Não há nada que justifique a guerra.
ExcluirSó os loucos a defendem. Que haja Paz e Liberdade!
As guerras têm ainda outro veneno que é a hipocrisia. E esta actual prima nisso.
ResponderExcluirQue os ucranianos sofram o menos possivel!
Um abraço e boa semana, caro Amigo.
Às guerras não lhes faltam venenos, caro Amigo.
ExcluirBoa semana e um Abraço.
Malditas sejam as guerras. Maldito sejas Putin
ResponderExcluirGostei muito de ler este poema qual grito de desespero
.
Saudações cordiais
.
Muito obrigado! Todos temos de repudiar as guerras.
ExcluirBoa semana!
Cumprimentos
A loucura de uns quantos,
ResponderExcluirimpondo a sua sede de poder,
leva ao sofrimento de tantos
que para a saciar irão morrer!
Espero a Paz!
Uma boa semana
Temos de nos defender dos loucos, associando-nos aos que defendem a Paz e a Liberdade.
ExcluirTambém lhe desejo uma boa semana!
Muito triste, José!
ResponderExcluirUm crime sem perdão...
Boa semana!
Tem toda a razão! Uma agressão sem perdão.
ExcluirResto de dia feliz e uma boa semana, Zé!
Oh, José, um poema tão sentido e tão verdadeiro
ResponderExcluirBeijinhos
Feliz Dia
Muito obrigado!
ExcluirFeliz resto de dia, Luísa.
Beijinhos
Infelizmente, uma realidade arrepiante!
ResponderExcluirBeijinhos
Tragédias que nunca devíam acontecer, já nos bastam as naturais.
ExcluirBeijinhos
Muita tristeza...
ResponderExcluirBoa semana, José.
Tanta dor, desespero....
ExcluirTambém lhe desejo uma boa semana.
Pensávamos nós que caminhávamos para um tempo civilizado...
ResponderExcluirCaminhamos! Mas, é uma caminhada, que não sabemos se algum dia acaba.
ExcluirApesar de toda a destruição, é a crise humanitária que mais custa assistir. Este é um poema forte e marcante, José.
ResponderExcluirSem dúvida! A crise humanitária é uma grande tragédia, e entra-nos a todo o momento pelos olhos adentro.
ExcluirBoa noite
Grata pela excelente partilha José. Uma partilha cheia de duras verdades!
ResponderExcluirAs guerras só trazem morte, dor, destruição.
ExcluirBoa tarde, Ana.