As guerras
Terra Materna
No amanhecer de um dia
Quando sol ainda dormia
Tanta gente morria
Por tanta tirania
Que a ambição incendeia
A guerra é a face feia
Que nos rouba o Sol
Que nos rouba a vida
Que nos faz migrar
Quem pode não gritar!
Quando, aos filhos, não sabemos explicar
Por que razão a nossa terra temos de abandonar
Fugir sem saber para onde
Porque ninguém nos quer
A não ser para moeda de troca
Põem-nos em campos de concentração
À espera da ocasião
De nos atirarem contra outra nação
Que não aceite a reivindicação
Homens, mulheres e crianças são armas de arremesso
Dos senhores que se julgam donos dos Povos
Os ditadores de que muitos gostam!
Porque lhes prometem tudo, sem faltar o orgulho
Como se isso fosse possível!
Foi e será, sempre, assim que os ditadores conquistam o voto
Para difundirem o ódio e lhes estimular o orgulho
E, de seguida implantam uma ditadura.
José Silva Costa
Um flagelo para tantos milhares de pessoas... muito triste! :(
ResponderExcluirBoa noite!
As guerras nunca são a solução.
ExcluirBom resto de semana
As guerras nunca solucionam os problemas.
ResponderExcluirGostei muito José do poema!!
Beijinhos
Boa Noite!
Muito obrigado!
ExcluirBom resto de semana
Uma realidade muito triste
ResponderExcluirSem dúvida!
ExcluirBoa noite
Uma tragédia , que parece nunca terá fim.
ResponderExcluirBoa noite, José
Infelizmente!
ExcluirBoa noite, Maria
Pronúncios do tempo sempre renovados
ResponderExcluirde desencontros -,´))
Um belo dia pra vocês José
Tempos muito difíceis, para quem atirado de um lado para o outro, sem saber onde vai cair.
ExcluirBoa noite
E quantas guerras podem estar ao virar da esquina... :-(
ResponderExcluirNão nos conseguimos livrar delas. Acabam umas, começam outras.
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