Frio!
Frio!
No vazio do frio
A lua sorriu
Unimos os nossos corpos
Galgamos os sótãos
Acasalámos os sonhos
Aquecemos o futuro
Na ilusão de uma lareira
Sentados numa cadeira
Dormimos a noite inteira
Como se estivéssemos nas asas do vento
Tudo tão calmo, reconfortante, suave
Os nossos corpos estavam leves como penas
Rodopiamos no espaço como se fossemos pássaros
Foi um sonho, só podia ser!
Para acordarmos ao entardecer
Antes da noite cair
Abraçados, sempre a sorrir
Como se séculos tivessem passado
Beijamo-nos, e o encanto ficou acordado.
José Silva Costa
Belo texto, José!
ResponderExcluir(e, de facto, tem estado muito frio!!!...)
Boa noite!
Para tanto frio, temos de aquecer os corações.
ExcluirBoa noite
Oh, que lindo José!!!
ResponderExcluirJá tinha saudades da sua criatividade!!
Beijinhos João!!!
Boa Noite!
Desculpe, José (não João)
ExcluirMuito obrigado!
ExcluirBoa noite
Está desculpada, errar é humano.
ExcluirFeliz noite
E o José voltou!
ResponderExcluirUm regresso comemorado com um bonito poema.
Boa noite
Felizmente! Já tinha muitas saudades vossas.
ExcluirFeliz dia
O dia dos Namorados
ResponderExcluirestá a chegar
Temos de preparar uma surpresa, para as nossas namoradas.
ExcluirBoa noite
"Os nossos corpos estavam leves como penas
ResponderExcluirRodopiamos no espaço como se fossemos pássaros"
Gostei muito José.
Muito obrigado!
ExcluirBoa semana