Desenvolvimento sustentável!

Guerra ao plástico!


Depois de seis décadas de convívio, vamos começar a despedir-nos, reduzindo a sua presença


Nos nossos lares


Não fomos capazes de o controlar, o mesmo aconteceu com o nuclear


Ambos foram fatores de grande desenvolvimento


Com um conseguimos energia barata!


Com o outro a criação de tantos produtos, que até criámos a alimentação, dita de plástico


Como não conseguimos controlar os resíduos, só nos resta tentar reduzi-los!


Como, mesmo com tanto desenvolvimento, não conseguimos acabar com a fome!


Então, vamos tentar criar um desenvolvimento, que seja mais sustentável


Mas, para isso, é preciso abdicar de muitos dos nossos hábitos!


Deixar de, nos últimos vinte anos de vida, viajar por todo o muno, todos os dias


Andar mais de transportes públicos, menos de carro particular


Não trocar, todos os dias, de telemóvel, de carro, de camisa, de gravata, etc.


O que significa produzir menos, dando origem a mais desemprego


Portanto, não é fácil dar uma vida digna a todos, sem que haja uma grande revolução na nossa maneira de viver e estar neste planeta


Como sempre, nós vamos sempre à frente


Já nos vimos livres do nosso reator nuclear


Em Março, em segredo, foi para os Estados Unidos da América


Mas, dos resíduos, ainda não!


Felizmente, que não foi avante a construção da central nuclear.


 


José Silva Costa


 


 


 


 


 


 


 


 

Comentários

  1. É difícil encontrar o equilíbrio...
    Bom domingo!

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    1. Tão difícil! Quem é que abdica dos seus privilégios, para que outros subam, nem que seja, apenas, um degrau!
      Boa semana

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  2. Olá José!!
    "Não é fácil dar uma vida digna a todos, sem que haja uma grande revolução na nossa maneira de viver e de estar" ..... tão certo!!!

    Beijinhos e Boa Semana!

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    1. Temos de passar das palavras aos atos!
      Também lhe desejo uma ótima semana!

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  3. Não, não gera menos emprego - há necessidade de quem recupere, de quem conserte, de quem remende. De quem produza as tais alternativas sustentáveis. De quem localize em vez de deslocalizar.
    Haja quem consuma local...

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    1. Tem razão! Mas, quem é que vai fazer isso? Há muitos trabalhos, que poucos querem fazer, o que a maioria quer, são empregos!

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    2. Lá está: temos que alterar a nossa forma de estar. Também na forma como encaramos o trabalho, a sua distribuição, a sua valorização e a sua retribuição.

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    3. Totalmente de acordo! Muitos dos que constroem as casas, não têm casa! Há muitos trabalhos que não são valorizados, e muitos empregos que são muito valorizados!

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  4. Os portugueses estão mais conscientes desta obrigação, mas ainda há um longo caminho a percorrer...

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    1. Sim. Estamos mais conscientes de que o desperdício não pode continuar, que todos os recursos temos de aproveitar.

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  5. Nao creio que o desemprego aumente. Surgirão novas áreas de atividade económica
    Uma boa semana José

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  6. Boa mensagem, José!

    Infelizmente a energia nuclear é um bem que não pode estar na mão de todos, é muito difícil de controlar e requer especial cuidado. Temo que em Portugal não houvesse esse cuidado como não há em tantos outros países. Embora reconheça que, bem utilizada, é uma enorme mais-valia.

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    1. Muito obrigado, pelas suas amáveis palavras.
      Não concordo que a energia nuclear seja um bem, porque não conseguimos eliminar os seus resíduos. É aquilo, que se pode dizer: o que é barato, sai caro.

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  7. E pra começar
    era estes políticos aldrabões que temos
    abdicar
    de metade do Salário e pensões
    que partem os nossos corações

    Boa Semana José

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    1. Esses não abdicam de nada, nem das pensões vitalícias!
      Boa semana

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  8. Ainda existe um longo caminho a percorrer...
    Só espero que o que prevêem fazer no imediato seja bem feito!
    Abraço

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    1. Todos temos de ter consciência de que não podemos, alegremente, continuar a desbaratar os poucos recursos.
      Um grande abraço

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