A vida!

A Capitão


Os fomentadores de ódios


Nunca saberão


O que é a satisfação


De salvar um coração!


Com a tua determinação


Mostras-te que a vida está acima de tudo


Que a razão é mais forte que tudo


Com a tua prisão elevaram-te acima do anonimato


Que o condomínio fechado não é a solução


Para responder aos que procuram solidariedade


O Mundo precisa de boa vontade


Para, um equilíbrio, encontrar


Entre ricos e pobres, entre homens e mulheres


Sabemos que ninguém gosta de perder poder


Por isso é que vedam, à mulher, o saber


Talibans, Boko Haram, Daesh


A Europa é o farol


Duas mulheres indigitadas, para a Governação


Que tenham muito êxito


Para que sirvam de exemplo, ao resto do Mundo


Que só será mais justo, quando houver equilíbrio entre os sexos.


 


José Silva Costa


 


 


 


 

Comentários

  1. Grande mulher, a Carola Rackete.

    Uma boa noite, José

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    1. Sem dúvida! Uma mulher que arriscou ser presa, para salvar vidas, que estavam em perigo!

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  2. Sabemos das novidades em poema!!!
    Obrigada José!!!
    Feliz Noite

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    1. A Carola Rackete mostrou estar à altura da sua missão.

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  3. Uma Heroína da Vida real, merecedora de respeito e admiração!
    Boa noite, José!

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  4. Hé hé hé
    com boas tiradas
    se dizem as verdades mais ousadas

    Bom resto de Semana

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    1. Muitos, não gostam de as ouvir!
      Outros não têm motivos para sorrir.
      Boa sexta-feira

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  5. É algo complexo: se por um lado estamos a salvar vidas (prioritário) pelo outro não estamos a resolver o problema e até estamos a ajudar o tráfico... Tema complexo...

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    1. Muito complexo! O ideal seria evitar que saíssem dos seus países, ajudando-os nos locais de origem. Mas, não os podemos deixar morrer, se os podermos salvar.

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  6. É uma forma de ajudar, não de resolver o problema... :-\

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    1. Para resolver o problema, teríamos de ser muito generosos, ajudando os migrantes, nos locais de origem, ensinando-os a tirarem da terra e do mar o suficiente, para viverem nas suas terras.

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    2. Antes, muito antes disso, teríamos de deixar de lado os hábitos das intervenções para colocar no governo "amigos" dos governos que praticam a ingerência como moeda de troca pela ajuda que dão, que damos... na verdade, criamos dependências onde não havia necessidades.

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    3. Não me parece que se trate de dependências, o que faz com que os migrantes procurem entrar na Europa e nos EUA.
      Acho que só devíamos participar nas operações aprovadas pelas Nações Unidas.

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    4. Nem eu disse que eram, caro cheia. Referia-me às dependências criadas pelos desequilíbrios que as ingerências cirúrgicas provocam, ao destruírem equilíbrios frágeis mas, ainda assim, equilíbrios.

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    5. Tem razão. O que disse, foi que lhes criamos dependências. Só os equilíbrios poderão fazer com que as pessoas não fujam das guerras, da fome e das arbitrariedades.

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    6. Exactamente. Há que pugnar por ajudar aqui e solucionar lá, não a inversa :(

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    7. E, onde vamos desencantar políticos, que façam o que devem!

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    8. Formando-os, aos de amanhã.
      Exigindo aos de hoje... e tentarmos que sejam menos maus, que sejamos menos maus.

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    9. Penso que teremos de ser muito mais exigentes: na cidadania, no trabalho, na pontualidade ………..

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  7. A verdade é que o caminho ainda é longo em relação à diferenciação dos sexos!
    Mas estamos a conseguir...Vamos conseguir!
    Abraço.

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  8. às vezes não sei se o mundo está a progredir ou a regredir honestamente.

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    1. Está sempre a progredir, mesmo que alguns remem contra a maré!

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