A princesa!
Sintra
Sintra, a mais bela princesa do Atlântico
O deslumbrante encanto do romântico
Com beijos a pairarem por todas as fontes e recantos
Na mais bonita e fresca serra, deitada
Pelo Cabo da Roca, o ponto mais ocidental da Europa, rodeada
Por todo o Mundo procurada e calcorreada
Por todos, muito falada, contemplada, admirada
Uma joia intemporal, onde muitos povos já adoraram o luar
À tua Serra, os Mouros, chamaram-lhe Monte da Lua
Nos chalés, nas ruas, atrás das cameleiras, casais de namorados
Faziam juras de amor eterno, no encanto do luar, ouvindo o mar
Os teus castelos e palácios estão impregnados de enredos e segredos
De rainhas, reis, princesas, príncipes, cortesãos, cavaleiros, concubinas
Por todo o lado, respiramos séculos de poder, intrigas e história
Aqui, podemos ver, como os monarcas queriam perpetuar a sua glória
Quem é que não quer eternizar a sua memória!
José Silva Costa
Lindo poema, José!
ResponderExcluirMuitos Parabéns!
Boa semana!
Muito obrigado!
ExcluirUma boa semana, também!
Que belo tributo a Sintra!
ResponderExcluirConheço muito pouco de Sintra. Só lá estive uma vez e há muitos anos!!
Beijinhos e uma Feliz Semana, José!
Também é conhecida como a sala de visitas de Portugal!
ExcluirUma boa semana, também!
Gosto muito da serra de Sintra. Dei por lá muitos passeios. Há cerca de um ano que lá não vou. A Ip19 tira a vontade.
ResponderExcluirUma boa noite.
É uma serra encantadora, cheia de castelos, palácios, fontes, recantos!
ExcluirBoa noite e uma boa semana.
Inspiração de Poeta José
ResponderExcluiré mesmo assim
saber olhar
e retratar
a beleza de Sintra sempre a encantar
Boa Semana
Sintra é encantadora! Muitos monumentos, muita história!
ExcluirUma boa semana
Adoro Sintra!
ResponderExcluirBelo poema ,
É uma joia, que todos deviam conhecer!
ExcluirO romantismo de Sintra que não passa despercebido a ninguém... :-)
ResponderExcluirUma vila cheia de encanto e beleza, que todo o mundo quer ver!
Excluiro conforto de nos imaginarmos perpetuados na memória dos outros
ResponderExcluirNem mais! Todos gostávamos de " nos livramos da lei da morte". ( Luís Vaz de Camões).
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