O étimo Macedónia

Dar as mãos


Atenas e Skopje acabaram com a disputa, de vinte e sete anos, sobre o étimo Macedónia


O acordo de Prespa foi uma grande vitória dos primeiros-ministros dos dois países


Na Grécia houve manifestações contra o acordo, mas o Parlamento Grego aprovou-o


Quando os países dão as mãos, em vez de se guerrearem, é de aplaudir


Infelizmente, ainda há alguns Governantes, que conseguem iludir os seus concidadãos, com promessas utópicas, fazendo com que votem a saída de uma comunidade, que trouxe benefícios, para todos, como aconteceu no Reino Unido


Os egoísmos, nacionalismos, saudosismos, de tempos que não voltam mais, propagados por extremismos, tanto de direita como de esquerda, estão a por em causa a coesão de uma Europa, que se queria unida e forte, para fazer frente à globalização e outros perigos que ameaçam o Continente


Se quase duas dezenas de países abdicaram das suas moedas, para a implementação de uma moeda única, e antes tinham aberto as fronteiras, para pudermos circular sem barreiras, nem fronteiras, será utopia, pedir uma Federação de Nações da Europa!


Formosa e bela Europa, como seria uma exemplar lição, ver todos os teus povos, unidos, na sua diversidade, dando as mãos!


José Silva Costa


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 

Comentários

  1. Um dia será
    mas penso que não
    pra já...

    Boa Semana

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. O que já vi, de esperança, me enche
      Só espero que o futuro não o manche.

      Bom fim de Janeiro

      Excluir
  2. Se todos os países seguissem o exemplo... :-s

    ResponderExcluir
  3. As uniões por decreto são como os casamentos arranjados, ou bem que os nubentes aceitam ou então corre mal.


    Uma Federação Europeia? Duvido, caro cheia. Tentar fazer da Europa um estado/federação único, é ignorar que as diferenças culturais neste pequenino continente têm mais de 2000 anos de história. Também gostaria de uma tal confederação, mas não sou tão optimista - a divisão leste/oeste é muito mas muito anterior ao Muro. E não tem exactamente as mesmas fronteiras mas talvez seja mais inflexível.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Temos de ter esperança, que as novas tecnologias contribuam para esbater as diferenças culturais e que essa utopia se concretize.

      Excluir
    2. Entretanto, acho que o que devemos fazer é enaltecer e apostar nas semelhanças sem obrigar a assimilar as diferenças...

      Excluir
    3. Podemos muito bem conviver com as diferenças,desde que nos respeitemos uns aos outros. Uma união forte seria muito bom, o mais difícil é a sua construção.

      Excluir
    4. Exactamente, caro cheia. Conviver com as diferenças, respeitá-las, é mais salutar do que a uniformização. Não se pode compactuar com o desrespeito, e temos o dever de procurar os pontos comuns que permitam progresso e reforcem o sentido da união. Nos países como nas pessoas.

      Excluir
    5. Totalmente de acordo. Mas, para além do respeito por todos, para que a união avance, os políticos têm de descer dos seus pedestais, tanto a nível nacional, como a nível da união, ouvindo os eleitores, para saberem dos seus problemas, tomando medidas para que as desigualdades comecem a diminuir.

      Excluir
    6. Devem descer dos pedestais para onde nunca deveriam ter subido.
      Concordo :)

      Excluir
    7. O certo, é que só descem ao povoado por altura das campanhas eleitorais.

      Excluir
  4. Nem sabia que existia este conflito. Tudo o que conduza à paz é bom.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Sem dúvida. Como seria, se todos dessemos as mãos!

      Excluir
    2. Na Etiópia está.se a dar passos largos para a paz no país. Quiçá se não ultrapassa o quénia e começa a atrair investimento estrangeiro.

      Excluir
    3. As grandes multinacionais investem onde consideram que terão mais lucro.

      Excluir
    4. A África poderá fazer-nos concorrência, se não investirmos na educação, alterando o método de ensino, tornando-o interativo, com bons equipamentos de informática, dando espaço aos alunos para participarem e apresentarem ideias e projetos.

      Excluir
    5. É verdade. Não podemos adormercer, porque nestes ultimos meses estão a vir muitas multinacionais de serviços para cá, mas daqui a uns anos vão para África.

      As multinacionais vão para onde dá lucro, mas tb para países onde há alguma segurança. Por outro lado dão empregos, uns mais qualificados que outros.

      Excluir
    6. E, como temos poucos recursos, temos de os gastar em coisas úteis, o que não tem acontecido, nestas últimas décadas. Melhor ensino é a nossa maior riqueza.

      Excluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Lua Cheia

A candeia!