Novas empresas
Novas tecnologias
Para quem dizia, que as novas tecnologias iriam beneficiar os trabalhadores
O tempo mostrou o contrário
Só os acionistas beneficiaram
Os trabalhadores, ficaram, aos empregos, mais amarrados
Levando, para casa, o trabalho
Ficando, assim, vinte e quatro horas de serviço, por dia
Mesmo dentro das empresas, nasceram novas prisões
Por tudo e por nada, muitas reuniões
Objetivos, que são ilusões
Em conjunto: ginásio, sauna, refeições
Muitas palavrinhas, cor-de-rosa, de incentivações
E, a família a sofrer as privações
De quem está sempre de serviço, não lhe podendo dar atenções
A inteligência artificial não para de aumentar
Querendo chegar ao ponto de nos suplantar
E, eu gosto de a ver a avançar
Pena é, que não seja para, a natural, beneficiar
Acabou-se o tempo e a tranquilidade
Em que o mesmo emprego era para toda a vida
Hoje, está tudo sempre a mudar
Temos de estar preparados para, as mudanças, acompanhar
O que nos provoca um grande stresse
Porque nunca sabemos o que no dia seguinte vai acontecer
A indústria automóvel está numa grande encruzilhada
Ninguém sabe o que fazer, o que se vai vender
Os motores a gasóleo estão a morrer
O que é que vai sobreviver: os motores a gasolina ou os elétricos!
Quando não precisarmos de conduzi-los, vamos continuar a compra-los ou a aluga-los!
Milhares de postos de trabalho já estão em risco
E, por isso, preocupado, fico.
José Silva Costa
Tudo de pernas pró ar
ResponderExcluirnum alardear
que realmente
é a carroça à frente
deste mundo tão prepotente hé hé hé
Boa Semana
que eu ainda estou Aluado da Lua
Vale tudo!
ExcluirVestir a camisola e não sair a horas
Porque os dividendos são sagrados.
Boa semana, com muitas luas amarelas e belas.
sobre este tema, uma vez discutimos isto na aula de inglês há pouco tempo e a minha opinião mantém-se.
ResponderExcluirDesaparecem umas profissões, mas surgem outras. O trabalhador tem de se saber ajustar. Por exemplo, hoje em dia a maioria das empresa procuram mais engenheiros informáticos. Hoje mais que nunca. O mesmo se aplica a especialistas de inteligência artificial ou business inteligence. Há 5 anos atrás, nem se sabia o que isso era. Ou seja, há um efeito substituição.
Hoje em dia cada vez mais é exigido uma qualificação muito alta em detrimento de empregos sem valores acrescentado (e remunerado).
E, nós não estamos preparados. O nosso ensino pouco tem mudado, precisa há muito de ser reestruturado, mas não se avança, principalmente na utilização das novas tecnologias.
Excluirpenso que hoje em dia é muito usado. Os quadros interativos são um exemplo. os miudos dominam o computador. a nível de excel, word e programação não sei.
ExcluirOlha, consuta este link. É da michael page um das maiores recrutadoras de quadros qualificados. Vê o que procuram para a cofco, a chinesa que se vai instalar em matosinhos.
https://www.michaelpage.pt/jobs/porto
Muito IT. Vai de encontro ao que dizia.
Muito obrigado pela tua atenção. Mas, já não preciso.
ExcluirEu sei que não precisas, mas pretendo demonstrar que as novas tecnologias abrem novas oportunidades no mundo do trabalho. não são necessariamente destruidoras.
ExcluirSou um entusiasta das novas tecnologias! O que gostava é que contribuíssem para melhorarem a vida de mais pessoas. Quanto eu gostava de ter acesso a um carro, que não fosse preciso conduzi-lo.
ExcluirJá esteve mais longe. Penso que nos EUA já fizeram testes de carros sem condutor.
ExcluirSim. Infelizmente houve um grave acidente, acho que causou a morte de uma senhora, O que acontece, todos os dias, com carros com condutor, mas foi um alerta para aperfeiçoar o sistema.
Excluirsim, correu mal. O mal é de quem vai...
ExcluirÉ verdade. Mas, o progresso faz-se à custa de vidas, infelizmente.
ExcluirNeste caso sim, mas nem sempre ;)
ExcluirAinda bem que nem sempre, mas nas grande obras de engenharia, quase sempre morrem alguns operários.
ExcluirSobre os horários e condições de trabalho, já escrevi no meu blog que trabalhei em auditoria numa das "big 4" e não aguentei mais de 5 anos. Mm assim, já foi demasiado tempo. Ganhava bem no recibo, mas por hora real trabalhada nem quero fazer contas.
ResponderExcluirNessa parte concordo.
Não se justifica que a riqueza do Mundo, pertença a meia-centena de ricos.
Excluiré uma loucura o que essas empresas exigem. Aproveitam-se de miudos novos, recém licenciados, sem filhos e aproveitam-se.
Excluirnão é por acaso que KPMG, Deloitte, EY e PWC estão sempre a anunciar centenas de admissões nos jornais. ... Falta dizer quantos saem e pq razão saem!!!
É uma nova escravatura.
Excluirsem dúvida. uma escravatura qualificada. pouca gente tem esta noção.
Excluirmas o mesmo se aplica noutras profissões que não conheço tão bem. patrões que abusam da disponibilidade dos funcionários.
A crise que se abateu sobre nós, em parte provocada por irresponsáveis, veio-nos obrigar a aceitar tudo: deixámos de ter horários, deixámos de poder dar atenção à família, estamos ligados ao telemóvel vinte e quatro horas por dia e temos de estar sempre disponíveis,
Excluirpenso que foi em frança que se discutiu o "direito de desligar". por isso é que nunca fiz muita questão de ter telemovel da empresa.
ExcluirFazes bem. Tive um chefe de serviços, que fazia reuniões para nos pedir para trabalharmos mais meia hora ou uma hora, que a empresa agradecia. Mas nunca fui nessa conversa. De manhã cheguei, muitas vezes, a entrar mais cedo, porque o trabalho era muito, e pensei que os papéis só acabariam, quando lhes pegasse fogo, o que obviamente não fiz, mas passei um mau bocado,
ExcluirUma vez ou outra não morre ninguém.
Excluiro problema é quando é sistemático.
Quando estive nessa empresa de auditoria, trabalhava todos os dias até as 23h, sem jantar e aos sabados das 9 às 20 horas sem receber 1 unico centimo a mais. Uma loucura! Ao fim de 3 meses pedi para mudar de cliente.
Estavas a dar cabo da tua saúde, e não há nada que a pague!
ExcluirSaúde, família, relações sociais e emocionais. Ainda por cima trabalhava com uma senior que era uma cabra para mim. Sabes quando chegas àquele ponto que vais a sair de casa para ir trabalhar e pensas: "mais um dia de tortura".
ExcluirQuando um trabalhador pensa isso, está na bater no fundo. Só fiquei por lá porque mudei de clientes e nesses 5 anos, a crise não deixou sair. Só em 2015 consegui sair.
Sei dar o valor a todas essas coisas. Quando a secção em que trabalhava foi informatizada eramos uns trinta e tal, só ficamos dez. Nos primeiros dias vi que estávamos a fazer uma cosia que não estava bem, disse ao meu chefe, e ele mandou corrigir, mas colocou-me trinta dias a agrafar papéis, podes calcular o que sofri!
Excluirisso foi quase bullying.
ExcluirInfelizmente, nessa altura ainda não se fava em bullyng.
ExcluirPara uns ficarem podres de ricos, muitos passam fome... :-(
ResponderExcluirAs desigualdades são, cada vez, mais gritantes.
ExcluirEm constante mutação...
ResponderExcluirHoje vivemos mais presos aos empregos e a liberdade de que falas no outro blogue fica assim cada vez mais esquecida!
Não nos podemos deixar prender, não nascemos só para trabalhar, mas também para viver. Tão curta é a vida, que mal nasceu já está a envelhecer.
Excluirentendo o que referes.
ResponderExcluirmas, não exigirá a tecnologia que os trabalhadores se adaptem à realidade e novas exigências que esta aporta?
Mas, uma coisa é adaptar-se, outra é estar, sempre, 24 horas de serviço, por dia, muitas vezes, sem qualquer benefício.
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