Ventos cruzados
Vento cruzado
O vento está zangado
Tudo é contestado
Decapitam-se os heróis do passado
Nada está assegurado
Por todo o lado
O perigo está montado
Onde poderemos descansar do peso do tempo andado?
Não há mais, uma esplanada de café
Um banco de jardim onde possamos, por momentos
Pousar as canseiras do dia, dos anos
Para partilharmos com os amigos
A alegria de viver, que outros não nos venham entristecer!
Que pena, não saibam saborear o que de melhor há: conviver!
Mesmo que, para muitos, a vida seja muito dura
Ninguém a deve interromper
Não pedimos para nascer
Tudo, devemos fazer, para a manter
Quanta alegria, ver os filhos, netos, bisnetos a aparecer!
Todos têm um pouco de nós
Vão-nos embalar, no nosso entardecer
Mas, o Mundo está muito magoado
E, tem toda a razão
Muitos dos seus filhos não têm pão
Sinto-me culpado
Por meio mundo esfomeado
Por viver num luxo exagerado
Ser incapaz de contribuir
Para um equilíbrio, sustentado.
José Silva Costa
Passeio das vaidades
ResponderExcluirnas suas qualidades
de onde um sorriso aprendido vigente
é omnipresente...
Arquinho e balão é no que dão...
Bom e feliz fim de semana
Vale mais arquinho e balão, do que canhão. Amanhã, todos dirão, que isto só com o fecho de fronteiras e o içar de bandeiras, Não. Nas guerras, ninguém ganha, todos perdem. Melhor distribuição, diálogo e respeito mutuo, eis a solução!
ExcluirGostei muito do poema, e sim, espelha a realidade..
ResponderExcluirBeijinhos
Já é tempo de pensar, que os recursos podem acabar.
ExcluirUma triste realidade... esperemos por melhores ventos de mudança -.-
ResponderExcluirBem precisamos de bons ventos, por que os últimos só têm trazido maus eventos.
ExcluirBem verdade, haja esperança...
ExcluirParece que não há nada a fazer, a não ser deixar arder!
ExcluirUm bom e feliz dia desejo eu
ResponderExcluirTambém desejo uma boa e feliz semana.
Excluir