Luis Vaz de Camoes
“Mas quem pode livrar-se, porventura
Dos laços que amor arma brandamente
Entre as rosas e a neve humana pura,
O ouro e o alabasto transparente?
Quem, de hua peregrina fermosura,
De hum vulto de Medusa propriamente,
Que o coração converte que tem preso,
Em pedra, não, mas em desejo aceso”? (penúltima estrofe do canto III)
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